Estados Unidos
Como académicos que estudiamos los distritos escolares, nos preocupamos cada vez más por cómo la investigación del Norte Global domina las comprensiones globales de la gobernanza, la organización y la reforma escolar, lo que llamamos colonialidad en la reforma educativa global. Este número especial busca ampliar estas perspectivas al examinar cómo las escuelas pueden ser gobernadas y organizadas con un enfoque en el poder, la historia, los contextos locales y regionales, las múltiples formas de conocimiento y la dinámica sociopolítica. A través de seis artículos, este número interroga cómo opera y cambia el poder en la organización, la gobernanza y la participación comunitaria de las escuelas. Los estudios destacados abarcan temas como las prácticas de liderazgo antirracista, los contextos sociopolíticos de la implementación de la reforma, la reproducción de las desigualdades a través de la "educación en la sombra" y la dinámica racializada de las tomas de poder por parte del Estado. Las perspectivas del Sur Global, en particular de México y Brasil, desafían las narrativas dominantes arraigadas en el Norte Global, destacando la necesidad de descentrar las perspectivas eurocéntricas. Ampliando este análisis, reflexionamos sobre cómo la colonialidad dio forma al proceso editorial en sí, revelando tensiones en torno al lenguaje, el poder y la representación en la publicación académica. Al cuestionar tanto las prácticas de reforma educativa global como los enfoques tradicionales de la investigación académica, este número especial invita a los lectores a examinar críticamente con nosotros los paradigmas dominantes e imaginar posibilidades más justas, inclusivas y contextualizadas para la gobernanza y la organización escolar.
As scholars studying school districts, we became increasingly concerned with how research from the Global North dominates global understandings of school governance, organization, and reform—what we term coloniality in global education reform. This special issue seeks to broaden these perspectives by examining how schools might be governed and organized with a focus on power, history, local and regional contexts, multiple ways of knowing, and sociopolitical dynamics. Through six articles, this issue interrogates how power operates and shifts across school organizing, governance, and community engagement. Featured studies span topics such as anti-racist leadership practices, the sociopolitical contexts of reform implementation, the reproduction of inequalities through “shadow education,” and the racialized dynamics of state takeovers. Insights from the Global South, particularly from Mexico and Brazil, challenge dominant narratives rooted in the Global North, highlighting the need to decenter Eurocentric perspectives. Extending this analysis, we reflect on how coloniality shaped the editorial process itself, revealing tensions around language, power, and representation in academic publishing. By questioning both global education reform practices and traditional approaches to academic scholarship, this special issue invites readers to critically examine with us the dominant paradigms and imagine more just, inclusive, and contextually-grounded possibilities for school governance and organization.
Como acadêmicos que estudam distritos escolares, nos preocupamos cada vez mais com a forma como a pesquisa do Norte Global domina as compreensões globais de governança, organização e reforma escolar — o que chamamos de colonialidade na reforma educacional global. Esta edição especial busca ampliar essas perspectivas examinando como as escolas podem ser governadas e organizadas com foco no poder, na história, nos contextos locais e regionais, nas múltiplas formas de conhecimento e na dinâmica sociopolítica. Por meio de seis artigos, esta edição questiona como o poder opera e muda na organização escolar, governança e engajamento comunitário. Os estudos em destaque abrangem tópicos como práticas de liderança antirracistas, os contextos sociopolíticos da implementação da reforma, a reprodução de desigualdades por meio da "educação paralela" e a dinâmica racializada das aquisições estatais. Insights do Sul Global, particularmente do México e do Brasil, desafiam as narrativas dominantes enraizadas no Norte Global, destacando a necessidade de descentralizar as perspectivas eurocêntricas. Estendendo esta análise, refletimos sobre como a colonialidade moldou o próprio processo editorial, revelando tensões em torno da linguagem, poder e representação na publicação acadêmica. Ao questionar tanto as práticas de reforma educacional global quanto as abordagens tradicionais ao conhecimento acadêmico, esta edição especial convida os leitores a examinar criticamente conosco os paradigmas dominantes e imaginar possibilidades mais justas, inclusivas e contextualizadas para a governança e organização escolar.