Santiago, Chile
Este estudio explora cómo la gamificación no digital influye en el compromiso, la motivación y el sentido de agencia entre los estudiantes de inglés como lengua extranjera (EFL) en la escritura académica. Llevado a cabo en un entorno educativo de bajos recursos en Chile, esta investigación tiene como objetivo comprender las experiencias y percepciones de los estudiantes, profundizando en cómo las actividades gamificadas dan forma a sus interacciones con el proceso de escritura en un entorno no digital y de recursos limitados. A pesar de los desafíos reconocidos de la escritura académica en entornos EFL, el acceso limitado a los recursos digitales a menudo restringe el uso de herramientas gamificadas tradicionales. Este estudio adopta un enfoque cualitativo de estudio de caso, examinando una cohorte de profesores en formación en un programa universitario de enseñanza de inglés que participaron en lecciones de escritura gamificada que incorporaban mecánicas de juego analógicas, como misiones diarias, recompensas simbólicas y seguimiento del progreso. El análisis revela que la gamificación no digital fomenta la motivación al equilibrar los motivadores intrínsecos y extrínsecos, fomenta el compromiso sostenido a través de mecánicas que promueven un estado de «flujo», y mejora la agencia del estudiante al permitir la toma de decisiones autónoma dentro del proceso de aprendizaje. Además, el papel activo del profesor en la gestión y adaptación de los elementos del juego a las necesidades de los alumnos se reveló crucial para el éxito del enfoque. Esta investigación contribuye a la comprensión del potencial de la ludificación más allá de las aplicaciones digitales, demostrando cómo los métodos no digitales y que consumen pocos recursos pueden hacer que la escritura académica sea más accesible y empoderadora para los estudiantes de EFL. Los resultados sugieren implicaciones prácticas para la aplicación de estrategias de gamificación en entornos educativos similares de bajos recursos y proporcionan una base para futuros estudios sobre prácticas de gamificación sostenibles en la enseñanza de idiomas.
Este estudo explora como a gamificação não digital influencia o engajamento, a motivação e o senso de agência entre aprendizes de Inglês como Língua Estrangeira (EFL) na escrita acadêmica. Realizada em um contexto educacional com poucos recursos no Chile, esta pesquisa busca compreender as experiências e percepções dos estudantes, investigando como atividades gamificadas moldam suas interações com o processo de escrita em um ambiente não digital e com recursos limitados. Apesar dos desafios reconhecidos da escrita acadêmica em contextos de EFL, o acesso restrito a recursos digitais frequentemente limita o uso de ferramentas tradicionais de gamificação. Este estudo adota uma abordagem qualitativa de estudo de caso, examinando um grupo de professores em formação inicial em um curso universitário de Licenciatura em Ensino de Língua Inglesa que participou de aulas de escrita gamificadas incorporando mecânicas de jogos analógicas, como missões diárias, recompensas simbólicas e acompanhamento de progresso. A análise revela que a gamificação não digital promove a motivação ao equilibrar motivadores intrínsecos e extrínsecos, incentiva o engajamento sustentado por meio de mecânicas que favorecem um estado de “flow” e fortalece a agência estudantil ao permitir a tomada de decisões autônomas dentro do processo de aprendizagem. Além disso, o papel ativo do professor na gestão e adaptação dos elementos do jogo às necessidades dos estudantes mostrou-se crucial para o sucesso da abordagem. Esta pesquisa contribui para a compreensão do potencial da gamificação para além das aplicações digitais, demonstrando como métodos não digitais, sensíveis às limitações de recursos, podem tornar a escrita acadêmica mais acessível e empoderadora para aprendizes de EFL. Os resultados sugerem implicações práticas para a implementação de estratégias gamificadas em contextos educacionais semelhantes com poucos recursos e fornecem uma base para estudos futuros sobre práticas sustentáveis de gamificação no ensino de línguas.
This study explores how non-digital gamification influences the engagement, motivation, and sense of agency among English as a Foreign Language (EFL) learners in academic writing. Conducted within a low-resource educational setting in Chile, this research aims to understand learners’ experiences and perceptions, delving into how gamified activities shape their interactions with the writing process in a non-digital, resource-constrained environment. Despite the recognized challenges of academic writing in EFL settings, limited access to digital resources often restricts the use of traditional gamified tools. This study adopts a qualitative case study approach, examining a cohort of pre-service teachers in a university English Language Teaching program who participated in gamified writing lessons incorporating analogue game mechanics, such as daily missions, symbolic rewards, and progress tracking. The analysis reveals that non-digital gamification fosters motivation by balancing intrinsic and extrinsic motivators, encourages sustained engagement through mechanics that promote a “flow” state, and enhances student agency by allowing autonomous decision-making within the learning process. Furthermore, the active role of the teacher in managing and tailoring game elements to student needs emerged as crucial to the approach’s success. This research contributes to the understanding of gamification’s potential beyond digital applications, demonstrating how resource‐conscious, non-digital methods can make academic writing more accessible and empowering for EFL learners. The findings suggest practical implications for implementing gamified strategies in similar low-resource educational environments and provide a foundation for future studies on sustainable gamification practices in language education.