Em razão do forte processo de expansão vivenciado pelas universidades federais brasileiras a partir de 2008, que oportunizava a ampliação do acesso e permanência no Ensino Superior, parte-se das relações entre a distribuição de recursos orçamentários e o processo de gestão a partir dos instrumentos de avaliação de desempenho. Nesse sentido, propõe-se: investigar o comportamento dos recursos alocados e dos indicadores de desempenho. Para tanto, utilizou-se uma abordagem quantitativa, analisando dados de 2008 a 2018, de 54 universidades, que correspondem a 78,26% do total, onde foram analisadas 27 variáveis, gerando 594 observações, utilizando o Software R. Visando responder à questão de pesquisa, foram aplicados os testes de Normalidade e homogeneidade, realizou-se a análise de correlação de Spearman e análise fatorial. Por fim, os resultados apontaram não haver proporcionalidade entre o comportamento a alocação do orçamento e o desempenho; não há relações entre a maioria das variáveis orçamentárias e as de desempenho, e um novo framework.