Brasil
Este artículo analiza los desafíos de la Educación Infantil en una sociedad conectada y marcada por las Tecnologías Digitales de Información y Comunicación (TDIC), que han transformado las formas de convivir, producir conocimiento y aprender. El problema que orienta la investigación consiste en comprender cómo las rutinas pedagógicas pueden integrar el uso de las TDIC de manera ética, sensible y alineada al desarrollo de niñas y niños de 4 y 5 años, ya inmersos en la cultura digital desde edades tempranas. El objetivo es analizar el papel de las rutinas en el contexto escolar e investigar cómo la Pedagogía de la Conexión puede contribuir a prácticas que articulen tecnología, ludicidad y derechos de la infancia, desde la perspectiva de la Sociología de la Infancia. Metodológicamente, se trata de una investigación teórica, cualitativa y exploratoria, basada en una revisión analítica de la literatura en bases indexadas, con selección a partir de palabras clave como Tecnologías Digitales, Rutinas, Educación Infantil e Infancia. El estudio se fundamenta en autores como Sarmento (1997), Barbosa (2006), Kenski (2012) y Lévy (1999), quienes conciben al niño como un sujeto social activo y productor de cultura. Los resultados indican que el uso de las TDIC no debe sustituir el juego, sino potenciarlo mediante la expresión corporal, la investigación y la interacción. Se concluye que la Pedagogía de la Conexión ofrece caminos para integrar tecnologías de forma crítica y humanizadora, fortaleciendo la autonomía, la escucha y la equidad digital, además de señalar implicaciones para la formación docente y las políticas públicas en Educación Infantil.
Este artigo discute os desafios da Educação Infantil diante de uma sociedade conectada e marcada pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), que têm transformado as formas de conviver, produzir conhecimento e aprender. O problema que orienta a pesquisa consiste em compreender como as rotinas pedagógicas podem integrar o uso das TDIC de maneira ética, sensível e alinhada ao desenvolvimento de crianças de 4 e 5 anos, já imersas na cultura digital desde cedo. O objetivo é analisar o papel das rotinas no cotidiano escolar e investigar como a Pedagogia da Conexão pode contribuir para práticas que articulem tecnologia, ludicidade e direitos da infância, sob a perspectiva da Sociologia da Infância. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa teórica, qualitativa e exploratória, baseada em revisão analítica de literatura em bases indexadas, com seleção a partir de palavras-chave como Tecnologias Digitais, Rotinas, Educação Infantil e Infância. O estudo fundamenta-se em autores como Sarmento (1997), Barbosa (2006), Kenski (2012) e Lévy (1999), que concebem a criança como sujeito social ativo e produtor de cultura. Os resultados indicam que o uso das TDIC não deve substituir o brincar, mas potencializá-lo por meio da expressão corporal, da investigação e da interação. Conclui-se que a Pedagogia da Conexão oferece caminhos para integrar tecnologias de forma crítica e humanizadora, fortalecendo a autonomia, a escuta e a equidade digital, além de apontar implicações para a formação docente e para políticas públicas de Educação Infantil.
This article examines the challenges faced by Early Childhood Education within a connected society marked by Digital Information and Communication Technologies (DICT), which have transformed the ways we interact, produce knowledge, and learn. The problem guiding this study is to understand how pedagogical routines can integrate the use of DICT in an ethical and sensitive manner, aligned with the development of children aged 4 and 5, who are already immersed in digital culture from an early age. The objective is to analyze the role of routines in the school context and to investigate how the Pedagogy of Connection can contribute to practices that articulate technology, playfulness, and children’s rights, from the perspective of the Sociology of Childhood. Methodologically, this is a theoretical, qualitative, and exploratory study based on an analytical literature review in indexed databases, selected through keywords such as Digital Technologies, Routines, Early Childhood Education, and Childhood. The study is grounded in authors such as Sarmento (1997), Barbosa (2006), Kenski (2012), and Lévy (1999), who view children as active social subjects and producers of culture. The results indicate that the use of DICT should not replace play, but rather enhance it through bodily expression, investigation, and interaction. The study concludes that the Pedagogy of Connection offers meaningful paths for integrating technologies in a critical and humanizing way, strengthening autonomy, attentive listening, and digital equity, while also pointing to implications for teacher education and public policy in Early Childhood Education.