Argentina
Este artículo reconstruye la experiencia de educación intercultural que se desarrolla hace nueve años en el jardín N° 21 Rupu Mogñen de Neuquén. En términos metodológicos desde la perspectiva cualitativa recuperamos el trabajo de campo realizado que incluye el análisis de fuente documental, observaciones participantes, entrevistas y comunicaciones informales con los actores involucrados en la experiencia. Nuestros lineamientos teóricos lo constituyen el pensamiento decolonial con énfasis en las relaciones entre violencia epistémica, educación e interculturalidad (Lander, 1993, Mignolo, 2006 y Castro Gómez 2007). Retomamos concepciones propias del conocimiento mapuce para realizar el proceso de análisis.El análisis realizado aborda las tensiones entre conocimiento escolar y conocimiento mapuce en tanto enraizados en epistemes contradictorias. Asimismo, abordamos las contradicciones entre la normativa que enmarca la educación intercultural en la provincia y los modos que adquiere su implementación
This article reconstructs the intercultural education experience that has been underway for nine years at Kindergarten No. 21 Rupu Mogñen in Neuquén. Methodologically, from a qualitative perspective, we examine the fieldwork conducted, including the analysis of documentary sources, participant observations, interviews, and informal communications with the actors involved in the experience. Our theoretical guidelines are based on decolonial thinking, emphasizing the relationships between epistemic violence, education, and interculturality (Lander, 1993; Mignolo, 2006; Castro Gómez, 2007). We draw on concepts of Mapuche knowledge to conduct the analysis.The analysis addresses the tensions between school knowledge and Mapuche knowledge, rooted in contradictory epistemes. We also address the contradictions between the regulations that frame intercultural education in the province and the methods by which it is implemented
Este artigo reconstrói a experiência de educação intercultural que se desenvolve há nove anos no Jardim de Infância nº 21 Rupu Mogñen, em Neuquén. Metodologicamente, a partir de uma perspectiva qualitativa, examinamos o trabalho de campo realizado, incluindo a análise de fontes documentais, observações participantes, entrevistas e comunicações informais com os atores envolvidos na experiência. Nossas diretrizes teóricas baseiam-se no pensamento decolonial, enfatizando as relações entre violência epistêmica, educação e interculturalidade (Lander, 1993; Mignolo, 2006; Castro Gómez, 2007). Para conduzir a análise, baseamo-nos em conceitos de conhecimento mapuche.A análise aborda as tensões entre o conhecimento escolar e o conhecimento mapuche, enraizadas em epistemes contraditórias. Também abordamos as contradições entre as normas que estruturam a educação intercultural na província e os métodos pelos quais ela é implementada.