Este es un mundo marcado por la multiplicación de las guerras, la constante inestabilidad de las economías, los avances imprevisibles de la tecnología, en el que las instituciones han perdido su función protectora y el mandato de éxito individual induce huidas hace adelante. Frente a ese mundo devenido incierto y peligroso buscamos denodadamente fórmulas que nos permitan construir un nuevo sistema de referencias, escapar a la inmediatez del presente, y recuperar el sentido de nuestra existencia. Pero la esperanza en el mañana sólo será posible si logramos reconstituir los lazos sociales que esas realidades han ido erosionando, si nos lanzamos a la aventura de restablecer condiciones para el debate y la reflexión; dispositivos que nos permitan rescatar el valor de los saberes legados por quienes nos precedieron, y agregarles los que construyamos conjuntamente en el ahora. La Psicosociología Institucional en la que nos inscribimos nos ofrece ciertas claves en esa dirección.
This is a world marked by the multiplication of wars, the constant instability of economies, and the unpredictable advances of technology, in which institutions have lost their protective role and the mandate of individual success pushes people into headlong escapes. Faced with this world that has become uncertain and dangerous, we tirelessly search for formulas that allow us to build a new system of references, to escape the immediacy of the present, and to recover the meaning of our existence. But hope for tomorrow will only be possible if we manage to reconstitute the social bonds that these realities have eroded; if we embark on the adventure of reestablishing the conditions for debate and reflection, mechanisms that allow us to recover the value of the knowledge passed down by those who came before us and to add to it the knowledge we build together in the present. The Institutional Psychosociology in which we situate ourselves offers certain keys in that direction.
Este é um mundo marcado pela multiplicação das guerras, pela constante instabilidade das economias e pelos avanços imprevisíveis da tecnologia, no qual as instituições perderam sua função protetora e o mandato de sucesso individual induz fugas para a frente. Diante desse mundo que se tornou incerto e perigoso, buscamos incansavelmente fórmulas que nos permitam construir um novo sistema de referências, escapar da imediatez do presente e recuperar o sentido de nossa existência. Mas a esperança no amanhã só será possível se conseguirmos reconstituir os laços sociais que essas realidades foram erodindo, se nos lançarmos à aventura de restabelecer condições para o debate e a reflexão, dispositivos que nos permitam resgatar o valor dos saberes legados por aqueles que nos precederam e agregar a eles os que construirmos conjuntamente no agora. A Psicosociologia Institucional na qual nos inscrevemos oferece-nos algumas chaves nessa direção.