Este artículo profundiza en las formas específicas en que las mujeres desarrollan y ejercen su producción académica dentro de la universidad pública. A través de una investigación autobiográfica, se recuperan las sensibilidades científicas cultivadas a lo largo de sus trayectorias personales y profesionales, y cómo estas se entrelazan con el ser académicas. La investigación se centra en comprender las experiencias vividas de las participantes, revelando las estrategias que emplean en un contexto que históricamente ha sido dominado por perspectivas masculinas. Se presta especial atención a cómo las responsabilidades familiares, las expectativas sociales y las experiencias previas influyen en sus modos de producción intelectual. Se busca valorar las contribuciones comunitarias que más allá de la mediación pedagógica destacan modos de producción que trascienden la rigidez, el control y la individualidad. Además, aspira a generar reflexión sobre las estructuras universitarias y cómo estas pueden fomentar ambientes más inclusivos y con justicia social.
This article delves into the specific ways in which women develop and exercise their academic production within public universities. Through autobiographical research, it recovers the scientific sensibilities cultivated throughout their personal and professional trajectories, and how these are intertwined with being academics. The research focuses on understanding the participants’ lived experiences, revealing the strategies they employ in a context that has historically been dominated by male perspectives. Special attention is paid to how family responsibilities, social expectations, and previous experiences influence their modes of intellectual production. It seeks to assess community contributions that, beyond pedagogical mediation, highlight modes of production that transcend rigidity, control, and individuality. Furthermore, it aims to generate reflection on university structures and how they can foster more inclusive environments with social justice.
Este artigo aprofunda as formas específicas como as mulheres desenvolvem e exercem sua produção acadêmica dentro da universidade pública. Por meio de uma pesquisa autobiográfica, são recuperadas as sensibilidades científicas cultivadas ao longo de suas trajetórias pessoais e profissionais, e como estas se entrelaçam com o ser acadêmico. A pesquisa se concentra em compreender as experiências vividas pelas participantes, revelando as estratégias que elas empregam em um contexto que historicamente tem sido dominado por perspectivas masculinas. É dada especial atenção à forma como as responsabilidades familiares, as expectativas sociais e as experiências anteriores influenciam seus modos de produção intelectual. Procura-se valorizar as contribuições comunitárias que, além da mediação pedagógica, destacam modos de produção que transcendem a rigidez, o controle e a individualidade. Além disso, aspira-se gerar reflexão sobre as estruturas universitárias e como estas podem promover ambientes mais inclusivos e com justiça social.