Objetivo: Revisar críticamente la producción de conocimiento que aborda la relación entre educación, ambiente y ruralidad. Se parte de la hipótesis de que la escuela rural está atravesada por la influencia de la globalización cultural (occidental) y educa sin territorializar los contenidos y sin visibilizar saberes comunitarios que promuevan un buen vivir/un buen habitar situado.
Originalidad/aporte: Este proceso de investigación se fundamenta en dos perspectivas teóricas: la geocultura (Kusch, 1976) y el pensamiento ambiental latinoamericano (Leff, 2009). Se reconoce la importancia de territorializar la educación como una oportunidad para que los estudiantes puedan acceder a diferentes modos del saber, producir, comprender, valorar y habitar el territorio de arraigo.
Método: Se siguió el método cualitativo con revisión documental, organizado conforme a la declaración PRISMA, definiendo criterios de inclusión y exclusión para los estudios sobre educación y ambiente en la ruralidad. El objeto de esta revisión es aportar conocimiento a las investigaciones de educación ambiental rural, mediante la comprensión de estos territorios de vida.
Estrategias/recolección de información: Se realizó una revisión sistemática de literatura indexada en bases de Google Scholar, Web of Science y EBSCO desde el 2015 hasta el 2023, utilizando las palabras claves “educación ambiental”, “educación rural” y “diálogo de saberes”, con elegibilidad de 171 publicaciones de estudios seleccionados que evidencian la existencia de una marcada desterritorialización cultural en los contextos educativos rurales.
Conclusiones: Las dinámicas que favorecen (o no) la ambientalización de la educación se relacionan con la territorialización de la educación rural, la necesidad de incluir en los currículos escolares el estudio de los saberes y experiencias del territorio en el que se habita, así como el fortalecimiento de estudios empíricos que aporten al campo de estudio.
Objective: To critically review the production of knowledge that addresses the relationship between education, the environment, and rurality. The hypothesis is that rural schools are influenced by (Western) cultural globalization and educate without territorializing content and without making visible community knowledge that promotes good living/good situated living.
Originality/contribution: This research process is based on two theoretical perspectives: geoculture ( Kusch , 1976) and Latin American environmental thought ( Leff , 2009). The importance of territorializing education is recognized as an opportunity for students to access different modes of knowledge, produce, understand, value, and inhabit their territory of origin.
Method: A qualitative method was followed with a documentary review, organized according to the PRISMA declaration, defining inclusion and exclusion criteria for studies on education and the environment in rural areas. The purpose of this review is to contribute knowledge to rural environmental education research by understanding these areas of life.
Strategies/information collection: A systematic review of literature indexed in Google Scholar , Web of Science and EBSCO databases was carried out from 2015 to 2023, using the keywords "environmental education", "rural education" and "dialogue of knowledge", with eligibility of 171 publications of selected studies that show the existence of a marked cultural deterritorialization in rural educational contexts.
Conclusions: The dynamics that favour (or not) the environmentalization of education are related to the territorialization of rural education, the need to include in school curricula the study of the knowledge and experiences of the territory in which one lives, as well as the strengthening of empirical studies that contribute to the field of study.
Objetivo: Revisar criticamente a produção de conhecimento que aborda a relação entre educação, meio ambiente e ruralidade. Parte-se da hipótese de que a escola rural é atravessada pela influência da globalização cultural (ocidental) e educa sem territorializar os conteúdos e sem visibilizar os conhecimentos comunitários que promovem um bom viver/um bom habitar situado.
Originalidade/contribuição: Este processo de investigação baseia-se em duas perspectivas teóricas: a geocultura (Kusch, 1976) e o pensamento ambiental latino-americano (Leff, 2009). Reconhece-se a importância de territorializar a educação como uma oportunidade para que os alunos possam aceder a diferentes modos de saber, produzir, compreender, valorizar e habitar o território de origem.
Método: Seguiu-se o método qualitativo com revisão documental, organizado de acordo com a declaração PRISMA, definindo critérios de inclusão e exclusão para os estudos sobre e a educação e o ambiente na ruralidade. O objetivo desta revisão é contribuir com conhecimento para as pesquisas sobre educação ambiental rural, por meio da compreensão desses territórios de vida.
Estratégias/coleta de informações: Foi realizada uma revisão sistemática da literatura indexada nas bases do Google Scholar, Web of Science e EBSCO de 2015 a 2023, utilizando as palavras-chave “educação ambiental”, “educação rural” e “diálogo de saberes”, com elegibilidade de 171 publicações de estudos selecionados que evidenciam a existência de uma marcada desterritorialização cultural nos contextos educacionais rurais.
Conclusões: As dinâmicas que favorecem (ou não) a ambientalização da educação estão relacionadas com a territorialização da educação rural, a necessidade de incluir nos currículos escolares o estudo dos conhecimentos e experiências do território em que se vive, bem como o fortalecimento de estudos empíricos que contribuam para o campo de estudo.