Objetivo: Examinar cómo transformar la narrativa sobre la “gran cultura” Tiahuanaco —habitualmente fosilizada— desde una perspectiva de inclusión científica crítica y justicia epistémica, restituyendo su continuidad y presencia contemporánea.
Originalidad/Aporte: Se cuestiona el canon historiográfico que salta de maya y azteca a inca, relegando a Tiahuanaco al plano arqueológico sin agencia. En diálogo situado con la Comunidad Colla (Coya) Serranía Poblete, se propone comprender Tiahuanaco como saber vivo que articula prácticas agrícolas, cosmologías y vínculos territoriales, ampliando los criterios de validez del conocimiento.
Método/estrategia de recolección de información: Diseño cualitativo de estudio de caso único bajo el paradigma de la complejidad. Estrategias: revisión autoetnográfica y bibliográfica situada; análisis documental e historiográfico; observación participante; diarios de campo y análisis narrativo. Se incorporan conversaciones semiestructuradas con sabedores/as, docentes y directivos, con bitácoras reflexivas, saturación temática, validación por pares y devolución comunitaria.
Conclusiones: La monumentalización hegemónica de Tiahuanaco produce exclusión epistémica al invisibilizar su continuidad. La inclusión científica no es “añadir voces” al discurso dominante, sino transformar los criterios de validez y reconocer la diversidad epistémica como patrimonio latinoamericano. Desde el caso Coya se desprenden implicancias curriculares: co-diseño con sabedores/as, integración de lengua y ritualidad al currículo y evaluación situada con pertinencia territorial.
Objective: To examine how to transform the narrative about the “great culture” of Tiwanaku—usually fossilized—from a perspective of critical scientific inclusion and epistemic justice, restoring its continuity and contemporary presence.
Originality/contribution: The historiographical canon, which jumps from the Maya and Aztec to the Inca, is questioned, relegating Tiahuanaco to the archaeological realm without agency. In a dialogue with the Colla (Coya) Serranía Poblete community, the aim is to understand Tiahuanaco as a living knowledge that articulates agricultural practices, cosmologies, and territorial ties, expanding the criteria for the validity of knowledge.
Data collection method/strategy: Qualitative single-case study design based on the complexity paradigm. Strategies: autoethnographic and situated bibliographic review; documentary and historiographic analysis; participant observation; field diaries; and narrative analysis. Semi-structured conversations with scholars, teachers, and administrators are incorporated, with reflective logs, thematic saturation, peer validation, and community feedback.
Conclusions: The hegemonic monumentalization of Tiahuanaco produces epistemic exclusion by rendering its continuity invisible . Scientific inclusion is not about "adding voices" to the dominant discourse, but rather transforming validity criteria and recognizing epistemic diversity as a Latin American heritage. The Coya case reveals curricular implications: co- design with scholars, integration of language and ritual into the curriculum, and situated assessment with territorial relevance.
Objetivo: Examinar como transformar a narrativa sobre a "grande cultura" Tiahuanaco - geralmente fossilizada - a partir de uma perspectiva de inclusão científica crítica e justiça epistêmica, restaurando sua continuidade e presença contemporânea.
Originalidade/contribuição: Questiona-se o cânone historiográfico que salta dos maias e astecas para os incas, relegando Tiahuanaco ao plano arqueológico sem agência. Em diálogo com a comunidade de Colla (Coya) Serranía Poblete, propomos entender Tiahuanaco como um conhecimento vivo que articula práticas agrícolas, cosmologias e vínculos territoriais, ampliando os critérios de validade do conhecimento.
Método/estratégia de coleta de dados: Projeto qualitativo de estudo de caso único sob o paradigma da complexidade. Estratégias: revisão bibliográfica autoetnográfica e situada; análise documental e historiográfica; observação participante; diários de campo e análise narrativa. Conversas semiestruturadas com profissionais do conhecimento, professores e gerentes são incorporadas, com registros reflexivos, saturação temática, validação por pares e feedback da comunidade.
Conclusões: A monumentalização hegemônica de Tiahuanaco produz exclusão epistêmica ao tornar sua continuidade invisível. A inclusão científica não é "adicionar vozes" ao discurso dominante, mas transformar os critérios de validade e reconhecer a diversidade epistêmica como patrimônio latino-americano. A partir do caso Coya, surgem implicações curriculares: co-projeto com homens e mulheres sábios, integração da linguagem e da ritualidade no currículo e avaliação situada com relevância territorial.