Activistas en entornos educativos de K-12 han cuestionado la expansión del sistema penal dentro del contexto escolar mediante el uso generalizado de oficiales de recursos escolares (school resource officers [SROs]). Organizaciones comunitarias, líderes estudiantiles y docentes (entre otros) han denunciado las maneras en que los SROs perpetúan el racismo sistémico y la injusticia estructural en las escuelas, destacando las dimensiones carcelarias presentes en las políticas disciplinarias escolares. Sin embargo, dentro de este debate, los administradores y responsables de políticas suelen invocar una narrativa de seguridad que debe prevalecer sobre las preocupaciones respecto a los daños producidos por el uso de la policía en contextos educativos. En este artículo aplicamos la lente de la injusticia epistémica al debate sobre la seguridad escolar, analizando las formas en que la ignorancia blanca deliberada desempeña un papel en la continuación del racismo estructural dentro de este debate. Introducimos dos marcos conceptuales alternativos para comprender la vigilancia policial escolar—la narrativa universal de seguridad (NUS) y el marco de protección institucional y estabilidad social—con el fin de ilustrar cómo el discurso sobre la seguridad escolar pasa por alto el legado histórico de la vigilancia policial en las escuelas, la investigación sobre la eficacia de los SROs y las preocupaciones más amplias sobre cómo la lógica carcelaria sustenta los sistemas disciplinarios escolares. Sostenemos que la ignorancia blanca deliberada desempeña un papel importante en el mantenimiento de las condiciones epistémicas que crean y perpetúan la NUS.
Ativistas em contextos educacionais de K-12 têm questionado a expansão do sistema de justiça criminal para dentro das escolas por meio do uso generalizado de oficiais de recursos escolares (school resource officers [SROs]). Organizações comunitárias, líderes estudantis e professores (entre outros) têm denunciado as formas pelas quais os SROs perpetuam o racismo sistêmico e a injustiça estrutural nas escolas, destacando as dimensões prisionais presentes nas políticas disciplinares escolares. No entanto, dentro desse debate, administradores e formuladores de políticas frequentemente invocam uma narrativa de segurança que deve prevalecer sobre as preocupações com os danos causados pelo uso da polícia em contextos educacionais. Neste artigo, aplicamos a lente da injustiça epistêmica ao debate sobre segurança escolar, examinando as formas pelas quais a ignorância branca intencional desempenha um papel na continuidade do racismo estrutural no debate sobre policiamento escolar. Introduzimos dois quadros conceituais alternativos para compreender o policiamento escolar—a narrativa universal de segurança (NUS) e o quadro de proteção institucional e estabilidade social—para evidenciar como o discurso sobre segurança escolar negligencia o legado histórico do policiamento nas escolas, as pesquisas sobre a eficácia dos SROs e as preocupações mais amplas sobre como a lógica carcerária sustenta os sistemas disciplinares escolares. Argumentamos que a ignorância branca intencional desempenha um papel fundamental na manutenção das condições epistêmicas que criam e sustentam a NUS.
Activists in K-12 educational settings have challenged the reach of the criminal legal system into school contexts through the pervasive use of school resource officers (SROs). Community organizations, student leaders, and teachers (among others) have challenged the ways in which SROs perpetuate systemic racism and structural injustice in schools, highlighting the carceral dimensions present in school disciplinary policies. However, within this debate administrators and policy makers often invoke a safety narrative which must override concerns about the harms produced by use of police in educational contexts. In this paper we apply the lens of epistemic injustice to the school safety debate, examining the ways in which willful White ignorance plays a role in the continuation of structural racism in the school policing debate. We introduce two alternative conceptual frameworks for understanding school policing—the universal safety narrative (USN) and the institutional protection and societal stability framework—to illuminate the ways discourse around school safety neglects the historical legacy of school policing, research on the efficacy of SROs, and overarching concerns around how carcerality undergirds school disciplinary systems. We argue that willful White ignorance plays an important role in maintaining the epistemic conditions that both create and sustain the USN.