Santiago, Chile
El interés por estudiar las interacciones sociales cara a cara en presencia del teléfono móvil durante el recreo se debe al rol que este dispositivo puede tener en el correcto despliegue de los encuentros entre alumnos de secundaria. La investigación se basa en el Modelo Ritual de Interacción Social de Collins. Dentro de este marco, el objetivo es caracterizar los ritos de interacción social entre estudiantes de secundaria en presencia del teléfono móvil bajo un diseño metodológico cualitativo. La recolección de información se obtuvo a través de cuatro grupos focales con veinte estudiantes de dos colegios de Chile, uno de la Región Metropolitana y otro de la Región de Ñuble. Los resultados sugieren que los rituales generan sentimientos de pertenencia, promueven el valor de la presencia para expresar emociones y el celular como un elemento que puede disminuir los efectos del ritual de interacción. Se destaca la importancia asignada a la escuela como espacio de aprendizaje social, afectivo y cognitivo.
The interest in studying face-to-face social interactions in the presence of the mobile phone during recess is due to the role that this device may have in the proper deployment of encounters between high school students. The research is based on Collins' Ritual Model of Social Interaction. Within this framework, the objective is to characterize the social interaction rituals among high school students in the presence of the mobile phone under a qualitative methodological design. Data collection was obtained through four focus groups with twenty students from two schools in Chile, one in the Metropolitan Region and the other in the Ñuble Region. The results suggest that rituals generate feelings of belonging, promote the value of presence to express emotions and the mobile phone as an element that can diminish the effects of the interaction ritual. The importance assigned to school as a space for social, affective and cognitive learning is highlighted.
O interesse em estudar as interações sociais face a face na presença do celular durante o recreio deve-se ao papel que este dispositivo pode desempenhar no bom desenrolar dos encontros entre alunos do ensino secundário. A investigação baseia-se no Modelo Ritual de Interação Social de Collins. Neste contexto, o objetivo é caracterizar os rituais de interação social entre os alunos do ensino secundário na presença do celular, com base numa metodologia qualitativa. A recolha de dados foi obtida através de quatro grupos de discussão com vinte alunos de duas escolas no Chile, uma na Região Metropolitana e outra na Região de Ñuble. Os resultados sugerem que os rituais geram sentimentos de pertença, promovem o valor da presença para expressar emoções e o celular como um elemento que pode diminuir os efeitos da interação ritual. Destaca-se a importância atribuída à escola como espaço de aprendizagem social, afetiva e cognitiva.