Este artículo contribuye a los debates más amplios sobre la formación inicial de naciones latinoamericanas al centrarse en la interacción entre el territorio, la soberanía y los desplazamientos humanos en Centroamérica en el siglo XIX. ¿Cómo crearon espacios soberanos las primeras naciones centroamericanas? ¿Y cómo impactó a su vez el desplazamiento humano en los significados de los espacios ya delimitados? A partir del análisis de constituciones, códigos legales y documentos de archivo relacionados con la implementación de leyes migratorias, el argumento central de este artículo es que los gobiernos centroamericanos típicamente trataron la libre migración no tanto como una amenaza a la soberanía, sino como una oportunidad para reforzar la soberanía sobre los espacios delimitados por donde se desplazaba la gente.
Este artigo contribui para discussões mais amplas sobre a formação inicial de nações latino-americanas, concentrando-se na interação entre território, soberania e movimento humano na América Central do século XIX. Como as primeiras nações centro-americanas criaram espaços soberanos? E como o movimento humano, por sua vez, impactou os significados dos espaços delimitados? Com base em constituições, códigos legais e documentos de arquivo relacionados com a implementação de leis de migração, o argumento central deste artigo é que os governos centro-americanos normalmente tratavam a migração livre não como uma ameaça à soberania, mas como uma oportunidade para reforçar a soberania sobre os espaços fixos através dos quais as pessoas se moviam.
This article contributes to broader discussions of early Latin American nation-making by focusing on the interplay among territory, sovereignty and human movement in nineteenth-century Central America. How did early Central American nations create sovereign spaces? And how did human movement in turn impact the meanings of bordered spaces? Drawing from constitutions, legal codes and archival documents related to the implementation of migration laws, the central argument of this article is that Central American governments typically treated free migration not as a threat to sovereignty but as an opportunity to reinforce sovereignty over the fixed spaces through which people moved.