Reino Unido
Este artículo intenta analizar la naturaleza del establecimiento de políticas públicas durante el periodo de “ajuste” desde el colapso del bloque soviético al enfocarse en un aspecto: la apertura al capital extranjero. Señala la caracterización ampliamente aceptada de tales políticas como un proceso cíclico e identifica las asunciones sobre el proceso que las sostiene. Citando datos sobre los cambios en las condiciones económicas y las consecuentes políticas públicas alrededor del capital foráneo en el periodo post-1990, se sugiere que el establecimiento de políticas se puede entender mejor como un proceso evolutivo. Esta conclusión tiene implicaciones en la forma en que entendemos la renovada ola de reformas lanzada en marzo de 2008.
This article attempts to analyse the nature of Cuban policymaking during the period of economic ‘adjustment’ since the collapse of the Soviet bloc by focusing on one aspect: the opening to foreign capital. It outlines the widely-accepted characterisation of policy as a cyclical process and identifies the assumptions about the policy-making process that underlie it. Citing data on the changes in economic conditions and the sequencing of policy towards foreign capital in the post-1990 period, it suggests that policy-making can be better understood as an evolutionary process. This conclusion has implications for the way in which we understand the renewed wave of reforms launched in March 2008.
Este artigo busca analisar a natureza da criação de políticas cubanas durante o período de “ajuste” econômico desde o colapso do bloco soviético, focalizando em um aspecto: a abertura para o capital estrangeiro. Ele delinea a caracterização amplamente aceita das políticas como um processo cíclico e identifica os pressupostos acerca do processo de criação de políticas que estão por trás disso. Citando dados sobre as mudanças nas condições econômicas e o sequenciamento de políticas em direção ao capital estrangeiro no período pós 1990, ele sugere que a criação de políticas pode ser melhor entendida como um processo evolucionário. Essa conclusão afeta a forma na qual entendemos a nova onda de reformas lançada em março de 2008.