O acidente vascular cerebral corresponde à principal causa de morbimortalidade no Brasil. Com o intuito de reduzir a extensão do comprometimento funcional, a modulação da neuroplasticidade, através da estimulação cerebral profunda (ECP), emerge-se como potencial alvo terapêutico. A despeito de fármacos sistêmicos, a ECP independe do fluxo sanguíneo e do estado da barreira hematoencefálica, bem como evita a exposição química de outros órgãos, sendo explorada especialmente no acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi).