Brasil
La crítica es una especie de piedra de toque para toda la filosofía latinoamericana. Esto se debe a que hemos sido críticos en la medida en que aprendemos los procedimientos epistemológicos de la filosofía occidental. Sin embargo, la crítica no tiene hegemonía en América Latina porque adquirió funcionalidades divergentes en relación al modelo original. Por eso somos críticos y no lo somos. La rendición de cuentas con esta ambigüedad nos muestra que hemos sido involuntariamente hipócritas. La prueba de ello es que no hemos sido capaces de renunciar a la crítica para valorar la situación efectiva de esta ambigüedad. Con esto, no solo incurrimos en una forma de círculo lógico, sino que nos deslizamos en la comodidad de la filosofía europea. Para abandonar esta hipocresía involuntaria, sólo tenemos como opción descubrir que no somos europeos.
Criticism is a kind of touchstone for all Latin American philosophy. This is because we have been critical to the extent that we learn the epistemological procedures of Western philosophy. However, the criticism does not have hegemony in Latin America because it acquired divergent functionalities in relation to the original model. That's why we're critical and we're not. The accountability with this ambiguity shows us that we have been unintentionally hypocritical. . The evidence of this is that we have not been able to give up criticism to assess the effective situation of this ambiguity. With this, we not only incur a logical circle form, but we slip into the comfort of European philosophy. To abandon this involuntary hypocrisy, we only have the way of discovering that we are not Europeans.
A crítica é uma espécie de pedra de toque para toda a filosofia latino-americana. Isso porque temos sido críticos na medida em que aprendemos os procedimentos epistemológicos da filosofia ocidental. Porém, a crítica não possui hegemonia na América Latina porque ela adquiriu funcionalidades divergentes com relação ao modelo original. Daí que somos críticos e não somos. O acerto de contas com essa ambiguidade nos mostra que temos sido involuntariamente hipócritas. A evidência disso é que não conseguimos abrir mão da crítica para avaliar a situação efetiva dessa ambiguidade. Com isso, não somente incorremos em uma forma de círculo lógico como resvalamos para o conforto da filosofia europeia. Para abandonar essa hipocrisia involuntária só nos resta o caminho de descobrir que não somos europeus.