The present study, based on a historical-Marxist methodological analysis, seeks to understand the process of forming an aesthetic to the modern modus vivendi, the result of the formation, in the last five centuries, of a national identity that has asserted itself as a thread conductor of the formation of the Nation State itself. Therefore, in the first part of the work, the first aspects of modernity and coloniality of the aesthetics of the modern being are discussed, and then the lines of the Nation State are debated from a perspective of the global South - especially Latin American. - about the formation of a national identity, which is seen from a place of origin (Western Europe - the colonizer); a sexuality (the masculine overlapping the feminine); a Race (the white overlapping the other races, especially the from the revolutionary processes of the 17th century and XVIII)
O presente estudo, a partir de uma análise metodológica de cunho histórico-marxista, busca compreender o processo de formação de uma estética ao modus vivendi moderno, fruto da formação, nos últimos cinco séculos, de uma identidade nacional que se afirmou como fio condutor da formação do próprio Estado Nação. Para tanto, na primeira parte do trabalho se introduz à discussão os primeiros aspectos da modernidade e da colonialidade da estética do ser moderno, para em seguida debater-se as linhagens do Estado Nação a partir de uma perspectiva do Sul global – especialmente latino-americana – acerca da formação de uma identidade nacional, que passa a ser vista a partir de um local de origem (Europa Ocidental – o colonizador); uma sexualidade (o masculino se sobrepondo ao feminino); uma Raça (o branco se sobrepondo às demais raças, especialmente aos indígenas – habitantes originários de Nuestra América – e os pretos – trazidos à força pelo tráfico de escravos da África); uma Religião oficial (o cristianismo como mecanismo de homogeneização e uniformização do ser moderno) e, por fim, uma Classe Social (a burguesia liberal e revolucionária como pilar de sustentação do padrão normativo constitucional moderno, especialmente, a partir dos processos revolucionários dos séculos XVII e XVIII)