El gobierno sudafricano adoptó recientemente una política educativa que intenta lograr una reparación socioeconómica mediante la expansión de la educación universitaria gratuita a estudiantes de primer año de bajos ingresos. Sin embargo, en un país en el que factores estructurales como la raza, el género y la edad continúan dando forma a los resultados del mercado laboral, ¿en qué medida el logro de la educación universitaria puede mejorar significativamente los resultados del mercado laboral de los grupos históricamente marginados? Para evaluar los límites y las posibles consecuencias no deseadas de esta intervención política, utilizo datos representativos a nivel nac ional desde 1994 hasta 2017 para explorar la correlación entre un título de licenciatura y la probabilidad de desempleo. Utilizando una regresión logística y probabilidades predichas, demuestro que, a pesar de la existencia de una política de acción afirmativa basada en la raza diseñada para aliviar las barreras estructurales en el mercado laboral de Sudáfrica, los factores estructurales aún atenúan significativamente el papel de la educación universitaria para permitir la participación de la fuerza laboral entre grupos históricamente marginados.
Califico el efecto de estas barreras estructurales multidimensionales: la brecha social de desempleo. Estos hallazgos sugieren que el uso de la educación universitaria como una estrategia para la reparación socioeconómica en los mercados laborales caracterizados por asimetrías estructurales que se extienden más allá de la raza requiere la existencia de políticas de acción afirmativa del mercado laboral interseccional.
The South African government recently adopted an education policy that attempts to achieve socio-economic redress through expanding free university education to first-year students from low-income backgrounds. However, in a country in which structural factors such as race, gender, and age continue to shape labor market outcomes, to what extent can attainment of university education significantly improve the labor market outcomes of historically marginalized groups? To evaluate the limits and possible unintended consequences of this policy intervention, I use nationally representative data from 1994 through 2017 to explore the correlation between a bachelor’s degree and the likelihood of unemployment. Using a logistic regression and predicted probabilities, I show that, despite the existence of a race-based affirmative action policy designed to alleviate structural barriers in South Africa’s labor market, structural factors still significantly attenuate the role of university education in enabling labor force participation among historically marginalized groups. I term the effect of these multi-dimensional structural barriers: the social unemployment gap. These findings suggest that the use of university education as a strategy for socio-economic redress in labor markets characterized by structural asymmetries extending beyond race necessitates the existence of intersectional labor market affirmative action policies.
O governo sul-africano adotou recentemente uma política educacional que busca obter reparação socioeconômica, expandindo a educação universitária gratuita para calouros de baixa renda. Contudo, em um país onde fatores estruturais como raça, gênero e idade continuam a moldar os resultados do mercado de trabalho, em que medida a obtenção do ensino universitário pode melhorar significativamente os resultados do mercado de trabalho de grupos historicamente marginalizados? Para avaliar os limites e as possíveis conseqüências indesejadas dessa intervenção política, uso dados representativos nacionalmente de 1994 a 2017 para explorar a correlação entre um diploma de bacharel e a probabilidade de desemprego. Usando uma regressão logística e probabilidades previstas, demonstro que, apesar da existência de uma política de ação afirmativa baseada na raça projetada para aliviar barreiras estruturais no mercado de trabalho sul -africano, fatores estruturais ainda atenuam significativamente o papel da educação universidade para permitir a participação da força de trabalho entre grupos historicamente marginalizados.
Eu avalio o efeito dessas barreiras estruturais multidimensionais: a diferença social do desemprego. Esses achados sugerem que o uso da educação universitária como estratégia de reparação socioeconômica nos mercados de trabalho caracterizados por assimetrias estruturais que se estendem além da raça requer a existência de políticas de ação afirmativa no mercado de trabalho intersetorial.