Morgan, Hodge, Trepinski, y Anderson (2014) han escrito un artículo que sigue confirmando lo que hemos sabido sobre la estabilidad limitada que los efectos docentes tienen en los logros de los estudiantes. En este comentario, queremos señala otras contribuciones potenciales de este trabajo que podrían informar la práctica, política e investigación educativa. Mientras que señalamos que Morgan y colegas no prestaron suficiente atención a la historia, tenemos la oportunidad de replantear sus hallazgos. Teniendo en cuenta el trabajo de los autores en el contexto de investigaciones pasadas y actuales, proponemos que este conjunto colectivo de pruebas estable debe convencer a los políticos de que no es razonable suponer que los docentes y la enseñanza es estable a través del tiempo. Más allá de esta importante oportunidad de influir en la política, creemos que estos resultados ponen de relieve la necesidad de aprovechar y ampliar las medidas dependientes que usamos para definir y entender la buena enseñanza. Después de todo, como hemos señalado (Lavigne & Good 2014; en prensa) buena enseñanza implica mucho más que el aumento de calificaciones de los estudiantes en pruebas estandarizadas
Morgan, Hodge, Trepinski, e Anderson (2014) escreveram um artigo que confirma o que já sabemos sobre a estabilidade limitada dos efeitos que os professores têm sobre as avanços dos estudantes. Nese comentário, observamos outras contribuições potenciais do presente trabalho, que poderia informar a prática, política e pesquisa educacional. Enquanto notamos que Morgan e seus colegas não prestaram atenção suficiente para a história, temos a oportunidade de repensar as suas conclusões. Considerando-se o trabalho dos autores no contexto do passado e atual da pesquisa, propomos que este conjunto coletivo de provas estáveis deveria convencer os políticos de que não é razoável supor que os professores e o ensino é estável ao longo do tempo. Além deste importante oportunidade de influenciar a política, acreditamos que estes resultados destacam a necessidade de construir e expandir as medidas que usamos para definir e compreender o que é o bom ensino. Afinal, como já observamos (Lavigne & Good 2014; no prelo) bom ensino envolve muito mais do que o aumento na pontuação em testes padronizados
Morgan, Hodge, Trepinski, and Anderson (2014) have written an article that continues to confirm what we have known for some time—teacher effects on student achievement have limited stability. In this commentary, we address the other potential contributions this work can make to inform practice, policy, and research. While illustrating Morgan et al.’s inattention to history, we take the opportunity to reframe their findings. Considering the authors’ work in the context of past and current research, we illustrate that this collective set of stable evidence should convince policymakers that it is not reasonable to assume that teachers and teaching is stable across time. Beyond this important opportunity to influence policy, we believe these findings underscore the need to build upon and expand the dependent measures we use to define and understand good teaching. After all, as we have noted (Lavigne & Good, 2014; in press) good teaching involves much more than increasing students’ scores on standardized achievement tests.