Cristina Torres Pascual
Hace algunas décadas que encuestas nacionales con docentes de escuelas charter señalan que estos opinaban que tenían mayor autonomía en comparación con docentes de escuelas públicas tradicionales. En la actualidad se ven indicios que sugieren esta tendencia está cambiando. La reciente proliferación de organizaciones que administran escuelas charter (OCM en inglés), que a menudo tienen modelos organizativos prescriptivos, ha suscitado dudas en torno a cómo los docentes perciben las nociones de autonomía y control en las escuelas charter. Las investigaciones en este área son consistentes en señalar que tomar en cuenta las opiniones de los docentes en la toma de decisiones tiene una fuerte influencia en los niveles de compromiso personal y en prevenir abandono. Este estudio exploratorio, basado en entrevistas examina críticamente por qué y cómo la autonomía docente en OCMs está vinculada a los procesos de rotación laboral. Profesores de OCMs relacionaron sus preocupaciones sobre autonomía, que estaba limitada por normas de sus organizaciones, con la decisión de cambiar de trabajo. Docentes con fuertes expectativas de autonomía o con ideas inconsistentes con el modelo de sus escuela, experimentaron conflictos sustanciales en relación a ideas respecto a la disciplina, la socialización de sus estudiantes y decisiones sobre la carrera profesional. Los deseos de los docentes de tener una voz en cuestiones relacionadas con la socialización de sus estudiantes dependen de los niveles de escepticismo sobre la adecuación de las prácticas escolares para preparar a los estudiantes para entrar a la universidad y la vida.
Charter school teachers nationwide expressed greater autonomy compared to traditional public school teachers at the turn of the century. But is this trend changing? The recent proliferation of Charter Management Organizations (CMOs), which often have prescriptive organizational models, has raised questions around how teachers perceive autonomy and control in these schools. Researchers consistently find that faculty input into decision-making has a strong influence on staff commitment and turnover. This exploratory, interview-based study critically examines why and how CMO teacher autonomy is linked to turnover. CMO teachers linked various concerns over autonomy, which was limited by their organization’s model, with decisions to leave their jobs. Teachers with strong expectations for autonomy or ideas inconsistent with their school’s model experienced substantial conflict involving the discipline or socialization of students that affected their career decisions. Teachers’ desires to have a voice in issues surrounding students’ socialization ultimately hinged upon their skepticism that current practices were adequately preparing students for college and life.
A décadas que pesquisas nacionais professores de escolas charter expressam de que eles opinabam que tinham uma maior autonomia em relação a professores de escolas públicas tradicionais. Actualmente a evidências que sugerem que esta tendência está mudando. A recente proliferação de organizações de gestão das escolas charter (OCM em inglês), que muitas vezes têm modelos organizacionais prescritivas, levantou questões sobre como os professores percebem as noções de autonomia e controle em escolas charter. As investigações nesta área são consistentes em indicar que ter em conta os pontos de vista dos professores na tomada de decisões tem uma forte influência sobre os níveis de compromisso pessoal e evitam a rotação laboral. Este estudo exploratório, com base em entrevistas analisa criticamente por que e como autonomia do professor está ligada aos processos de rotatividade. Professores de OCMS relacionaram as preocupações sobre a autonomia, que éra limitada pelo modelo de suas organizações, com a decisão de deixar seus empregos. Professores com fortes expectativas de autonomia ou idéias dissidentes com o modelo de autonomia escolar da organização experimentaram conflitos substanciais relativos ào modelo de disciplina ou socialização dos alunos, o que afetou as decisões profissionais. Os desejos dos professores de ter uma voz sobre questões relacionadas com a socialização dos alunos dependia seu ceticismo sobre a medida em que as práticas escolares preparam adequadamente os alunos para a universidade e a vida.