Ronald Dworkin sustenta que o Direito é interpretação, afastando o positivismo demonstrando assim, a importância da literatura para uma nova compreensão do texto jurídico pelos magistrados. Este autor desenvolve a teoria chamada Romance em Cadeia, comparando os juízes a escritores de um romance, devendo as decisões judiciais obedecer a uma lógica sequencial, como se cada magistrado ao decidir, elaborasse um novo capítulo. Buscaremos compreender de que maneira a utilização da memória, da história e do Romance em Cadeia de Dworkin são fundamentais para a construção de um novo Direito pelos magistrados brasileiros. A metodologia utilizada nesta pesquisa será a qualitativa bibliográfica de cunho descritivo.