Southsea, Reino Unido
Este artículo rastrea la historia de la migración china a Venezuela desde 1875 hasta las órdenes de expulsión de chinos de 1938 y 1941. Destaca las fases cambiantes de aceptación y discriminación por parte del Estado y la sociedad venezolanos, enfatizando la capacidad de la comunidad china para resistir la exclusión a través de redes transnacionales y la defensa diplomática. Además, examina las características singulares de este grupo migrante, las discrepancias entre los marcos legales y su aplicación, y la influencia de las ideologías raciales y étnicas en la configuración de las políticas migratorias y la opinión pública. Ultimadamente, este artículo demuestra cómo la dinámica internacional moldeó el bienestar de los venezolanos de origen chino y aboga por un enfoque más transnacional para comprender la migración a Latinoamérica en los siglos XIX y XX.
This paper traces the history of Chinese migration to Venezuela from 1875 onward, leading to the Chinese expulsion orders of 1938 and 1941. It highlights the shifting phases of acceptance and discrimination by Venezuela’s state and society, emphasising the agency of the Chinese community in resisting exclusion through transnational networks and diplomatic advocacy. Additionally, it examines the unique characteristics of this migrant group, the discrepancies between legal frameworks and their enforcement, and the influence of racial and ethnic ideologies in shaping immigration policy and public sentiment. Ultimately, this paper demonstrates how international dynamics shaped the well-being of Chinese Venezuelans and advocates for a more transnational approach to understanding migration to Latin America in the nineteenth and twentieth centuries.
Este artigo traça a história da migração chinesa para a Venezuela a partir de 1875, até as ordens de expulsão de chineses de 1938 e 1941. Destaca as mudanças nas fases de aceitação e discriminação por parte do Estado e da sociedade venezuelana, enfatizando a ação da comunidade chinesa ao resistir à exclusão por meio de redes transnacionais e atuação diplomática. Além disso, examina as características singulares desse grupo migrante, as discrepâncias entre os marcos legais e sua aplicação, e a influência de ideologias raciais e étnicas na formulação das políticas de imigração e no sentimento público. Por fim, demonstra como dinâmicas internacionais moldaram o bem-estar dos chineses venezuelanos e defende uma abordagem mais transnacional para compreender a migração para a América Latina nos séculos XIX e XX.