Esta investigación analiza cómo las sierras de Córdoba (Argentina) se han transformado en escenarios de disputa donde convergen procesos que tensionan “lógicas de actuación territorial antagónicas”. Por un lado, el desarrollo urbano intensifica la presión sobre ecosistemas naturales; por otro, emergen habilidades y acciones colectivas para su defensa y cuidado.
A partir de un enfoque etnográfico no-metropolitano, relacional y multiescalar, se indagan las racionalidades y las tensiones inherentes a ciertas dinámicas socioespaciales contemporáneas. En este marco, se propone una vía de conceptualización que plantea que las localidades de la serranía cordobesa pueden ser comprendidas como “espacios intersticiales” que operan como catalizadoras de “redes de procesos relacionales”.
Se busca aportar al campo de los estudios urbanos y de la movilidad mediante una lectura crítica de las transformaciones de las periferias, considerado no sólo en términos de su creciente vulnerabilidad, sino también como escenarios potenciales dotados de agencia frente a la metropolización.
This research analyzes how the low mountain of Córdoba (Argentina) have been transformed into scenarios of dispute where processes converge to create tensions between “antagonistic logics of territorial action”. On the one hand, urban development intensifies the pressure on natural ecosystems; on the other hand, collective skills and actions emerge for their defense and care.
From a non-metropolitan, relational and multiscale ethnographic approach, the rationalities and tensions inherent to certain socio-spatial dynamics are investigated. In this framework, a conceptualization approach is proposed that suggests that the localities of the Cordoba low mountain ranges can be understood as “interstitial spaces” that operate as catalysts of “networks of relational processes”.
The aim is to contribute to the field of urban and mobility studies through a critical reading of the territorial transformations of the urban peripheries, considered not only in terms of its growing vulnerability, but also as a potential scenario endowed with agency in the face of metropolization.
Esta pesquisa analisa como as serras de Córdoba (Argentina) foram transformadas em cenários de disputa onde convergem processos que criam tensões entre “lógicas antagônicas de ação territorial”. Por um lado, o desenvolvimento urbano intensifica a pressão sobre os ecossistemas naturais; por outro, surgem habilidades e ações coletivas para sua defesa e cuidado.
Com base em uma abordagem etnográfica não metropolitana, relacional e em várias escalas, são investigadas as racionalidades e as tensões inerentes a determinadas dinâmicas socioespaciais. Dentro dessa estrutura, propõe-se uma abordagem de conceitualização que sugere que as localidades do planalto de Córdoba podem ser entendidas como “espaços intersticiais” que operam como catalisadores de “redes de processos relacionais”.
O objetivo é contribuir para o campo dos estudos urbanos e de mobilidade por meio de uma leitura crítica da las transformações territoriais em las periferias urbanas considerado não apenas em termos de sua crescente vulnerabilidade, mas também como um cenário potencial dotado de agência em face da metropolização.