Madrid, España
En el marco de procesos de desposesión urbana y gentrificación, este artículo analiza los casos General Lacy 22 (Madrid) y Puebla 261 (Ciudad de México) como expresiones representativas de activismo vecinal. Desde un enfoque cualitativo y comparativo, se identifican repertorios comunicativos, redes de afecto y narrativas de arraigo. Los resultados muestran cómo estas prácticas disputan sentidos y visibilidad en contextos particulares de conflicto urbano. El principal aporte del estudio consiste en sistematizar comparativamente repertorios simbólicos, afectivos y territoriales que resignifican el espacio urbano como lugar de resistencia.
No contexto dos processos de desapropriação urbana e gentrificação, este artigo analisa os casos da General Lacy 22 (Madri) e da Puebla 261 (Cidade do México) como expressões representativas do ativismo comunitário. A partir de uma abordagem qualitativa e comparativa, são identificados repertórios comunicativos, redes de afeto e narrativas de enraizamento. Os resultados mostram como essas práticas disputam significados e visibilidade em contextos específicos de conflito urbano. A principal contribuição do estudo consiste em sistematizar, de forma comparativa, repertórios simbólicos, afetivos e territoriais que ressignificam o espaço urbano como um local de resistência.
Within the context of urban dispossession and gentrification processes, this article examines the cases of General Lacy 22 (Madrid) and Puebla 261 (Mexico City) as representative expressions of neighborhood activism. Using a qualitative and comparative approach, it identifies communicative repertoires, networks of affect, and narratives of place attachment. The findings show how these practices contest meanings and visibility within specific contexts of urban conflict. The study’s main contribution lies in its comparative systematization of symbolic, affective, and territorial repertoires that reframe urban space as a site of resistance.