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Carvalho Porto, Rosane Teresinha
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Leventi Guimarães, Rodrigo
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Este artículo analiza la explotación y la precariedad laboral en el contexto del capitalis-mo de plataformas digitales y sus impactos en la salud de los trabajadores. Desde una perspectiva crítica de derechos humanos, examina la reconfiguración de las relaciones laborales, marcada por la expansión del trabajo mediado por aplicaciones, la formación del precariado digital y la falsa autonomía frente al control algorítmico. Analiza cómo la gestión automatizada, la vigilancia constante, la inestabilidad salarial y el aumento de la productividad contribuyen a la supresión de los derechos sociales y a la aparición de en-fermedades físicas y mentales. Se problematiza la relación entre algoritmos, explotación laboral y riesgos para la salud de los trabajadores. Se utiliza el método hipotético-deduc-tivo, con un enfoque cualitativo, una revisión bibliográfica y un análisis de las normas nacionales e internacionales sobre trabajo decente, protección social y el derecho a la salud ocupacional.
This article analyzes the exploitation and precariousness of labor in the context of digital platform capitalism and its impacts on workers' health. From a critical human rights perspective, it examines the reconfiguration of labor relations, marked by the expansion of app-mediated work, the formation of the digital precariat, and the false autonomy in the face of algorithmic control. It discusses how automated management, constant surveillance, wage instability, and increased productivity contribute to the suppression of social rights and to physical and mental illness. The relationship between algorithms, labor exploitation, and risks to worker health is problematized. The hypothetical-deductive method is used, with a qualitative approach, bibliographic review, and analysis of national and international norms on decent work, social protection, and the right to occupational health.
O artigo analisa a exploração e a precarização do trabalho no contexto do capitalismo de plataformas digitais e seus impactos na saúde dos trabalhadores. Sob perspectiva crítica dos direitos humanos, examina-se a reconfiguração das relações laborais, caracterizada pela expansão do trabalho mediado por aplicativos, pela formação do precariado digital e pela falsa autonomia diante do controle algorítmico. Discute-se como a gestão automatizada, a vigilância constante, a instabilidade remuneratória e a intensificação produtiva contribuem para a supressão de direitos sociais e para o adoecimento físico e psíquico. Problematiza-se a relação entre algoritmo, exploração laboral e riscos à saúde do trabalhador. Utiliza-se o método hipotético-dedutivo, com abordagem qualitativa, revisão bibliográfica e análise de normas nacionais e internacionais sobre trabalho digno, proteção social e direito à saúde laboral.