Brasil
El artículo analiza las categorías de género, migración y discapacidad en el ámbito de la Unión Europea. El objetivo es producir una intersección crítica entre género, migración y discapacidad mediante un análisis sobre la (in)efectividad del derecho humano a la salud de las mujeres migrantes con discapacidad en el contexto de la Unión Europea, bajo la matriz biopolítica de la Teoría del Derecho Fraterno, desarrollada por el jurista italiano Eligio Resta.Se empleó el método deductivo, sustentado en una revisión bibliográfica y documental. Desde la perspectiva del Derecho Fraterno, se plantea la siguiente pregunta: ¿cómo las políticas migratorias y de salud de la Unión Europea, estructuradas por la lógica biopolí-tica, producen la (in)efectividad del derecho humano a la salud de las mujeres migrantes con discapacidad?Se constata que las políticas migratorias y de salud de la Unión Europea transforman el derecho humano a la salud de las mujeres migrantes con discapacidad en un mecanis-mo biopolítico de gestión de la vida, en contraposición a los presupuestos del Derecho Fraterno.
This article discusses the categories of gender, migration, and disability within the context of the European Union. The aim is to produce a critical intersection between gender, migration, and disability through an analysis of the (non-)realization of the human right to health for migrant women with disabilities in the European Union context, under the biopolitical framework of the Theory of Fraternal Law, developed by the Italian jurist Eligio Resta. The deductive method was employed, guided by bibliographic and documentary analysis. From the perspective of Fraternal Law, the question posed is: how do the migration and health policies of the European Union, structured by biopolitical logic, produce the (non-)realization of the human right to health for migrant women with disabilities? It is found that the migration and health policies of the European Union transform the human right to health of migrant women with disabilities into a biopolitical mechanism for managing life, an aversion to the assumptions of Fraternal Law.
O artigo discute as categorias de gênero, migração e deficiência no locus da União Europeia.O objetivo é produzir uma intersecção crítica entre gênero, migração e deficiência por intermédio de uma análise a respeito da (in)efetivação do direito humano à saúde das mulheres migrantes com deficiência no contexto da União Europeia sob a matriz biopolíticada Teoria do Direito Fraterno, desenvolvida pelo jurista italiano Eligio Resta. Foi empregado o método dedutivo, instruído por uma análise bibliográfica e documental.Sob a perspectiva do Direito Fraterno, questiona-se: como as políticas migratórias e de saúde da União Europeia, estruturadas pela lógica biopolítica, produzem a (in)efetivação do direito humano à saúde das mulheres migrantes com deficiência? Constata-se queas políticas migratórias e de saúde da União Europeia transformam o direito humano à saúde das mulheres migrantes com deficiência em mecanismo biopolítico de gestão da vida, uma aversão aos pressupostos do Direito Fraterno.