Brasil
Este artículo analiza la evolución histórico legislativa de los derechos a la salud y a la educación de las personas con Trastorno del Espectro Autista (TEA) en Brasil, con foco en el papel atribuido a las madres como cuidadoras exclusivas. La investigación parte de la construcción social y jurídica del cuidado materno, desde el estigma de la “madre neve-ra” hasta los desafíos actuales relacionados con la sobrecarga y la invisibilización de las madres en la vida cotidiana del cuidado. Se busca comprender de qué forma esta atribu-ción histórica impacta en la efectividad de los derechos de los niños con TEA y dificulta la formulación de políticas públicas basadas en la corresponsabilidad familiar, comunitaria y estatal. Se emplea una metodología deductiva, con enfoque cualitativo, mediante revi-sión bibliográfica y documental. Finalmente, se pretende contribuir al debate sobre los límites de las políticas actuales y la urgencia de un enfoque más inclusivo y colectivo en la atención a las demandas de las familias de personas con TEA.
This article analyzes the historical and legislative evolution of the rights to health and education of people with Autism Spectrum Disorder (ASD) in Brazil, focusing on the role attributed to mothers as exclusive caregivers. The research starts from the social and legal construction of maternal care, from the stigma of the "refrigerator mother" to the current challenges related to the overload and invisibility of mothers in the daily routine of care. It seeks to understand how this historical attribution impacts the effectiveness of the rights of children with ASD and hinders the formulation of public policies based on family, community, and state co-responsibility.
A deductive methodology is used, with a qualitative approach, through bibliographic and documentary review. Finally, it aims to contribute to the debate on the limits of current policies and the urgency of a more inclusive and collective approach in meeting the demands of families of people with ASD.
Este artigo analisa a evolução histórico-legislativa dos direitos à saúde e à educação das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no Brasil, com foco no papel atribuído às mães como cuidadoras exclusivas. A pesquisa parte da construção social e jurídica do cuidado materno, desde o estigma da “mãe-geladeira” até os desafios atuais relacionados à sobrecarga e à invisibilização das mães no cotidiano do cuidado. Busca-se compreender de que forma essa atribuição histórica impacta a efetividade dos direitos das crianças com TEA e dificulta a formulação de políticas públicas baseadas na corresponsabilidade familiar, comunitária e estatal. Utiliza-se metodologia dedutiva, com abordagem qualitativa, por meio de revisão bibliográfica e documental. Por fim, pretende-se contribuir para o debate sobre os limites das políticas atuais e a urgência de uma abordagem mais inclusiva e coletiva no atendimento às demandas das famílias de pessoas com TEA.