O atual estágio do capitalismo é marcado pela centralidade das finanças e pela expansão global dos mercados financeiros, incidindo diretamente sobre a produção do espaço e os metabolismos socioecológicos, transformando paisagens, territórios e ecossistemas e exercendo influência e controle sobre agentes sociais, Estados e sobre a própria sociedade. Desse modo, contribui para profundas transformações, ao ditar um novo ritmo de apropriação de riquezas naturais e de espaços mundo a fora.