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Nassif, Vânia Maria Jorge
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Silva, Simão Pedro Santos da
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Santos, Leidimara da Silva
Brasil
This study aims to investigate how micro-entrepreneurs develop entrepreneurial competencies through everyday learning after the formalization of their businesses. To this end, a qualitative approach was adopted, with semi-structured interviews conducted with six micro-entrepreneurs from the service sector, located in the states of São Paulo, Paraná, and Pernambuco. Participant selection was carried out using the snowball sampling technique, and the data were analyzed through thematic coding with the support of NVivo software, enabling an understanding of the competency learning processes. The results showed that learning occurs predominantly in an experiential way, driven by daily challenges. The main competencies developed involve communication, pricing, sales, marketing, and creativity. Formalization, although initially perceived as bureaucratic, proved to be a determining factor for the professionalization of both businesses and entrepreneurs. The findings contribute to the advancement of the literature on entrepreneurial learning and support more effective public policies for strengthening micro-entrepreneurs.
Este estudo tem por objetivo investigar como microempreendedores desenvolvem competências empreendedoras por meio da aprendizagem cotidiana após a formalização de seus negócios. Para isso, adotou-se uma abordagem qualitativa, com entrevistas semiestruturadas realizadas com seis microempreendedores do setor de serviços, localizados nos estados de São Paulo, Paraná e Pernambuco. A seleção dos participantes ocorreu pela técnica de amostragem em bola de neve, e os dados foram analisados por codificação temática com suporte do software NVivo, possibilitando uma compreensão dos processos de aprendizagem de competências. Os resultados evidenciaram que o aprendizado ocorre predominantemente de forma experiencial, impulsionado pelos desafios cotidianos. As principais competências desenvolvidas envolvem comunicação, precificação, vendas, marketing e criatividade. A formalização, embora inicialmente percebida como burocrática, mostrou-se fator determinante para a profissionalização dos negócios e dos empreendedores. Os achados contribuem para o avanço da literatura sobre aprendizagem empreendedora e subsidiam políticas públicas mais efetivas para o fortalecimento dos microempreendedores.