Este artículo examina los alcances y los límites de las resistencias sociojurídicas frente a megaproyectos en México, a partir del caso del Proyecto Integral Morelos (pim). La pregunta central radica en cómo comprender estas resistencias como una praxis jurídica y política situada, que combina usos estratégicos del derecho estatal con repertorios comunitarios de defensa territorial. El análisis articula tres enfoques: juridificación del conflicto, territorialización y pluralismo jurídico, con énfasis en las juridicidades comunitarias y subalternas. La metodología corresponde a un estudio de caso cualitativo, sustentado en revisión documental de prensa, comunicados, literatura académica y un primer acercamiento de campo. A partir de un estudio de caso, se muestra que la resistencia al pim produjo visibilización internacional, contraexperticias y soberanías comunitarias; sin embargo, enfrenta desgaste judicial, violencia política y un pluralismo estatal subordinante.
This article examines the scope and limits of socio-legal resistance to extractive megaprojects in Mexico through the case of the Proyecto Integral Morelos (pim). The central question is how to understand such resistance in a country whose constitutionalism is integrative rather than transformative, incorporating social demands without altering power structures. The analysis combines three approaches: the juridification of conflict, the territorialization of space, and decolonial law/legal pluralism. Based on a qualitative case study, findings show that resistance to the pim has achieved international visibility, generated counter-expertise and community sovereignties, but faces judicial attrition, political violence, and subordinating state pluralism.
Este artigo examina o escopo e os limites das resistências sociojurídicas diante de megaprojetos no México com base no caso do Projeto Integral Morelos (pim). A questão central é como entender essas resistências enquanto práxis jurídica e política situada, que combina usos estratégicos do direito estatal com repertórios comunitários de defesa territorial. A análise articula três abordagens: juridificação do conflito, territorialização e pluralismo jurídico com ênfase nas juridicidades comunitárias e subordinadas. A metodologia corresponde a um estudo de caso qualitativo, apoiado por uma revisão documental da imprensa, de comunicados, da literatura acadêmica e uma primeira aproximação de campo. O estudo mostra que a resistência ao pim produziu visibilidade internacional, contraperícias e soberanias comunitárias, mas enfrenta atrito judicial, violência política e pluralismo estatal subordinador.