Burgos, España
Las elecciones generales de Honduras en 2025 marcaron el retorno del Partido Nacional Hondureño (PNH) al poder, en un contexto de alta polarización política y controversias en torno a la integridad del proceso electoral. La competencia se concentró en las dos fuerzas tradicionales del sistema de partidos, mientras que la candidatura oficialista de Libre quedó relegada a un tercer lugar. El artículo analiza las principales dinámicas estructurales y coyunturales del proceso electoral, atendiendo al desempeño gubernamental, a la configuración de la campaña y a los resultados electorales. Se sostiene que la gestión del gobierno de Libre, atravesada por conflictos internos y externos, limitó la competitividad de su candidatura, y que la recomposición de la competencia en torno a los partidos tradicionales se produce en un contexto de fragmentación institucional y fragilidad democrática.
The 2025 general elections in Honduras marked the return of the Honduran National Party (PNH) to power, in a context of high political polarization and controversy surrounding the integrity of the electoral process. The competition was concentrated between the two traditional forces in the party system, while the ruling party’s candidate, Libre, was relegated to third place. This article analyzes the main structural and circumstantial dynamics of the electoral process, focusing on government performance, the configuration of the campaign, and the election results. It argues that the Libre government‘s management, plagued by internal and external conflicts, limited the competitiveness of its candidacy, and that the realignment of party competition around the traditional parties is unfolding in a context of institutional fragmentation and democratic fragility.
As eleições gerais de Honduras em 2025 marcaram o retorno do Partido Nacional Hondurenho (PNH) ao poder, em um contexto de alta polarização política e controvérsias em torno da integridade do processo eleitoral. A competição concentrou-se nas duas forças tradicionais do sistema partidário, enquanto a candidatura oficialista do Libre ficou relegada ao terceiro lugar. O artigo analisa as principais dinâmicas estruturais e conjunturais do processo eleitoral, atendendo ao desempenho governamental, à configuração da campanha e aos resultados eleitorais. Defende-se que a gestão do governo do Libre, marcada por conflitos internos e externos, limitou a competitividade de sua candidatura, e que a recomposição da disputa em torno dos partidos tradicionais ocorre em um contexto de fragmentação institucional e fragilidade democrática.