Marileide Carvalho de Souza, Neila Barbosa Osório, Luís Sinésio Silva Neto, Jocyleia Santana dos Santos, Maria José de Pinho, Djanires Lageano Neto de Jesus, Ricardo Filipe da Silva Pocinho, Nair Gonçalves Rech
Este artículo investiga los significados de las prácticas pedagógicas intergeneracionales desarrolladas en la Universidad de la Madurez de la Universidad Federal de Tocantins (UMA/UFT), a la luz de la fenomenología social de Alfred Schutz, con énfasis en Trama Viva, una ontoepistemología pedagógica situada concebida y desarrollada por Neila Barbosa Osório a lo largo de veinte años de praxis pedagógica en veintidós centros y con más de siete mil quinientos sujetos formados. La investigación adopta un enfoque cualitativo inspirado en la fenomenología y articula la fenomenología husserliana, la fenomenología social de Schutz, la fenomenología de la corporalidad de Merleau-Ponty, la pedagogía críticade Paulo Freire y bell hooks, así como los fundamentos metodológicos del método fenomenológico descriptivo de Amedeo Giorgi. El campo empírico abarca seis campus de la UMA/UFT en Tocantins (Palmas, Dianópolis, Tocantínia, Araguaína, Tocantinópolis y Brejinho de Nazaré), con un horizonte comparativo proyectado al campus de Soure en Portugal. Los datos se recopilaron mediante 35 entrevistas fenomenológicas, círculos de memoria, observación participante y notas de campo. Los resultados revelan que las prácticas pedagógicas intergeneracionales de la UMA/UFT constituyen experiencias de construcción de significado intersubjetivo, en las que se entrelazan memoria, narrativa, corporalidad, territorio y pertenencia, promoviendo la resignificación del envejecimiento,la legitimación del conocimiento experiencial, la reconstrucción biográfica de los participantes, la desestigmatización del edadismo y la expansión del sentimiento de pertenencia a la universidad y la comunidad. Durante este periodo de cualificación, a través de la investigación realizada, se concluye que la educación intergeneracional, cuando se fundamenta en la fenomenología social y está mediada por la Red Viva, constituye una práctica de libertad, humanización, reconocimiento y producción de conocimiento.
This article investigates the meanings of the intergenerational pedagogical practices developed at the University of Maturity of the Federal University of Tocantins (UMA/UFT), in light of Alfred Schutz's social phenomenology, with emphasis on Trama Viva, a situated pedagogical onto-epistemology conceived and developed by Neila Barbosa Osório over twenty years of pedagogical praxis, acrosstwenty-two centres and with more than seven thousand five hundred trained subjects. The research adopts a qualitative approach of phenomenological inspiration, bringing into dialogue Husserlian phenomenology, Schutz's social phenomenology, Merleau-Ponty'sphenomenology of corporeality, the critical pedagogy of Paulo Freire and bell hooks, and the methodological foundations of Amedeo Giorgi's descriptive phenomenological method. The empirical field encompasses six UMA/UFT centres in the state of Tocantins (Palmas, Dianópolis, Tocantínia, Araguaína, Tocantinópolis, and Brejinho de Nazaré), with a projected comparative horizon at the Soure Centre, in Portugal. Data were produced through 35 phenomenological interviews, memory circles, participant observation, and field notes. Findings reveal that the intergenerational pedagogical practices at UMA/UFT are constituted as experiences of intersubjective meaning-making, in which memory, narrative, corporeality, territory, and belonging are intertwined, promoting the re-signification of ageing, the legitimation of experiential knowledge, the biographical reconstruction of participants, the de-typification of ageism, and the expansion of the sense of belonging to the university and the community. It is concluded that intergenerational education, when grounded in social phenomenology and mediated by Trama Viva, constitutes a practice of freedom, humanisation, recognition, and knowledge production.
Este artigo investiga os significados das práticas pedagógicas intergeracionais desenvolvidas na Universidade da Maturidade da Universidade Federal do Tocantins (UMA/UFT), à luz da fenomenologia social de Alfred Schutz, com ênfase na Trama Viva, ontoepistemologia pedagógica situada concebida e desenvolvida por Neila Barbosa Osório ao longo de vinte anos de práxis pedagógica em vinte e dois polos e com mais de sete mil e quinhentos sujeitos formados. A pesquisa adota abordagem qualitativa de inspiração fenomenológica e articula a fenomenologia husserliana, a fenomenologia social de Schutz, a fenomenologia da corporeidade de Merleau-Ponty, a pedagogia crítica de Paulo Freire e bell hooks, bem como os fundamentos metodológicos do método fenomenológico descritivo de Amedeo Giorgi. O campo empírico abrange seis polos da UMA/UFT no Tocantins (Palmas, Dianópolis, Tocantínia, Araguaína, Tocantinópolis e Brejinho de Nazaré), com horizonte comparativo projetado para o Polo de Soure, em Portugal. Os dados foram produzidos por meio de 35 entrevistas fenomenológicas, rodas de memória, observação participante e diário de campo. Os resultados revelam que as práticas pedagógicas intergeracionais da UMA/UFT se constituem como experiências de construção intersubjetiva de sentidos, nas quais memória, narrativa, corporeidade, território e pertencimento se entrelaçam, promovendo a ressignificação do envelhecer, a legitimação dos saberes da experiência, a reconstrução biográfica dos participantes, a destipificação do etarismo e a ampliação do sentimento de pertencimento à universidade e à comunidade. Conclui-se nesse período de qualificação pelas pesquisas realizadas, que a educação intergeracional, quando fundamentada na fenomenologia social e mediada pela Trama Viva, constitui prática de liberdade, humanização, reconhecimento e produção de conhecimento.