Marileide Carvalho de Souza, Neila Barbosa Osório, Lucilene Macedo Ribeiro de Souza, Nair Gonçalves Rech, Rosirene Jorge da Silva Souza, Glaucia Costa Ferreira, Adriana da Costa Pereira Aguiar, Patricia Oliveira Menezes, Fábio Vasconcellos
Este artículo analiza, desde una perspectiva fenomenológica y bibliográfico-documental, las matrices epistemológicas presentes en las trayectorias y producciones de seis investigadores vinculados a los campos del aprendizaje a lo largo de la vida, la gerontología educativa, la formación docente, la historia de la educación, el envejecimiento activo, el turismo experiencial y la intergeneracionalidad: Neila Barbosa Osório, Luiz Sinésio Silva Neto, Jocyléia Santana dos Santos, Maria José de Pinho, Djanires Lageano Neto de Jesus y Ricardo Pocinho. Parte de la siguiente pregunta orientadora: ¿cómo contribuyen estas trayectorias, al ser leídas en conjunto, a la configuración de una pedagogía intergeneracional crítica, situada y comprometida que valore la dignidad de las personas mayores? Metodológicamente, se trata de un estudio cualitativo, interpretativo-crítico, basado en publicaciones académicas, datos institucionales, perfiles públicos e indicadores bibliométricos considerados únicamente como elementos contextuales. La lectura fenomenológica no se concibe como una técnica para la recopilación de datos empíricos, sino como una actitud interpretativa adaptada al mundo de la vida, a la intersubjetividad, al cuerpo vivido, a la memoria narrada y al territorio como horizonte de significado. El análisis destaca seis ejes convergentes: el reconocimiento de la persona mayor como sujeto epistémico; la articulación entre salud, aprendizaje y autocuidado; la centralidad de la memoria, la narrativa y la historicidad; la formación docente compleja y transdisciplinaria; la territorialización de las prácticas educativas; y la internacionalización cooperativa en el diálogo Brasil-Portugal. Se concluye que la pedagogía intergeneracional crítica no se reduce a la educación para personas mayores, sino que constituye una praxis relacional que reconoce a las diferentes generaciones como coproductoras de conocimiento, confrontando el edadismo, la fragmentación disciplinaria, la tutela orientada al bienestar y la invisibilidad territorial.
This article analyzes, through a phenomenological and bibliographic-documentary lens, the epistemological matrices present in the academic trajectories and scientific production of six researchers connected to lifelong learning, educational gerontology, teacher education, history of education, active ageing, tourism experience, and intergenerational education: Neila Barbosa Osório, Luiz Sinésio Silva Neto, Jocyléia Santana dos Santos, Maria José de Pinho, Djanires Lageano Neto de Jesus, and Ricardo Pocinho. The guiding question is: how do these trajectories, when read together, contribute to the configuration of a critical and situated intergenerational pedagogy committed to the dignity of older persons? Methodologically, this is a qualitative, interpretive-critical study based on academic publications, institutional data, public academic profiles, and bibliometric indicators used only as contextual elements. The phenomenological perspective is not adopted as an empirical data-collection technique, but as an interpretive attitude attentive to the lifeworld, intersubjectivity, lived body, narrated memory, and territory as a horizonof meaning. The analysis identifies six convergent axes: recognition of older persons as epistemic subjects; articulation between health, learning, and self-care; centrality of memory, narrative, and historicity; complex and transdisciplinary teacher education; territorialization of educational practices; and cooperative internationalization in the Brazil-Portugal dialogue. The article concludes that critical intergenerational pedagogy should not be reduced to education for older adults, but rather understood as a relational praxis in which different generations co-produce knowledge while confronting ageism, disciplinary fragmentation, assistance-based tutelage, and territorial invisibility.
O artigo analisa, em chave fenomenológica e bibliográfico-documental, matrizes epistemológicas presentes nas trajetórias e produções de seis pesquisadores vinculados aos campos da educação ao longo da vida, da gerontologia educacional, da formação docente, da história da educação, do envelhecimento ativo, do turismo de experiência e da intergeracionalidade: Neila Barbosa Osório, Luiz Sinésio Silva Neto, Jocyléia Santana dos Santos, Maria José de Pinho, Djanires Lageano Neto de Jesus e Ricardo Pocinho. Parte-se da seguinte questão norteadora: de que modo essas trajetórias, quando lidas em conjunto, contribuem para a configuração de uma pedagogia intergeracional crítica, situada e comprometida com a dignidade da pessoa velha/idosa? Metodologicamente, trata-se de estudo qualitativo, interpretativo-crítico, ancorado em publicações acadêmicas, dados institucionais, perfis públicos e indicadores bibliométricos considerados apenas como elementos contextuais. A leitura fenomenológica não é assumida como técnica de coleta empírica, mas como atitude interpretativa redimensionada ao mundo da vida, à intersubjetividade, ao corpo vivido, à memória narrada e ao território como horizonte de sentido. A análise evidencia seis eixos convergentes: reconhecimento da pessoa velha/idosa como sujeito epistêmico; articulação entre saúde, aprendizagem e autocuidado; centralidade da memória, da narrativa e da historicidade; formação docente complexa e transdisciplinar; territorialização das práticas educativas; e internacionalização cooperativa em diálogo Brasil-Portugal. Conclui-se que a pedagogia intergeracional crítica não se reduz à educação para idosos, mas constitui uma práxis relacional que reconhece diferentes gerações como coprodutoras de saberes, enfrentando o etarismo, a fragmentação disciplinar, a tutela assistencialista e a invisibilidade territorial.