Este artículo analiza la ansiedad, el síndrome de burnouty el sufrimiento psíquico relacionado con el trabajo encontextos educativos multiprofesionales brasileños, haciendo hincapié en los factores psicosociales, la gobernanza institucional y las políticas de prevención. Se caracteriza como una revisión narrativa crítica de la literatura científica y documental, basada en una selección intencional y analíticamente orientada de fuentes académicas indexadas y de marcos normativos nacionales e internacionales. Se sostiene que el malestar psíquico de los profesionales de la educación básica, de la enseñanza superior y de los equipos multiprofesionales no se reduce a la fragilidad individual, sino que expresa procesos articulados de intensificación laboral, precarización, sobrecarga emocional, «plataformización» del trabajo, insuficiencia de apoyo organizativo y fragilidad de las políticas continuadas de atención. El análisis recurre a referênciassobre la psicodinámica del trabajo, los riesgos psicosociales, el burnoutdocente y el cuidado intersectorial. Como contribución original, se propone una matriz analítica de gobernanza de la salud mental en el trabajo educativo, articulada en tres niveles y cuatro dimensiones transversales (actores institucionales, indicadores observables, riesgos de implementación y diferenciación por categoría profesional), que ofrece criterios para el diagnóstico institucional, el seguimiento y la toma de decisiones. Se concluye que la sostenibilidad de la salud mental en el ámbito educativo depende de la articulación entre la revisión de las condiciones de trabajo, la formación continua de los gestores, la participación de los trabajadores y la gobernanza democrática de las tecnologías digitales.
Este artigo examina a ansiedade, a síndrome de burnoute o sofrimento psíquico relacionado ao trabalho em contextos educacionais multiprofissionais brasileiros, com ênfase nos fatores psicossociais, na governança institucional e nas políticas de prevenção. Caracteriza-se como revisão narrativa crítica de literatura científica e documental, fundamentada em seleção intencional e analiticamente orientada de fontes acadêmicas indexadas e de marcos normativos nacionais e internacionais. Defende-se que o adoecimento psíquico de profissionais da educação básica, do ensino superior e de equipes multiprofissionais não se reduz a fragilidade individual, expressando processos articulados de intensificação laboral, precarização, sobrecarga emocional, plataformização do trabalho, insuficiência de suporte organizacional e fragilidade de políticas continuadas de cuidado. A análise mobiliza referenciais sobre psicodinâmica do trabalho, riscos psicossociais, burnoutdocente e cuidado intersetorial. Como contribuição original, propõe-se uma matriz analítica de governança da saúdemental no trabalho educacional, articulada em três níveis e quatro dimensões transversais (atores institucionais, indicadores observáveis, riscos de implementação e diferenciação por categoria profissional), oferecendo critérios para diagnóstico institucional, monitoramento e tomada de decisão. Conclui-se que a sustentabilidade da saúde mental no trabalho educacional depende da articulação entre revisão das condições de trabalho, formação continuada de gestores, participação dos trabalhadores e governança democrática das tecnologias digitais.
This article examines anxiety, burnout syndrome and work-related psychological distress in Brazilian multiprofessional educational contexts, focusing on psychosocial factors, institutional governance and prevention policies. The study is structured as a critical narrative review of scientific and documentary literature, grounded in an intentional and analytically oriented selection of indexed academic sources and national and international regulatory frameworks. It argues that psychological illness among basic education professionals, higher education staff and multiprofessional teams cannot be reduced to individual fragility but expresses articulated processes of labor intensification, precariousness, emotional overload, work platformization, insufficient organizational support and weak continuous care policies. The analysis draws on the psychodynamics of work, psychosocial risks, teacher burnout and intersectoral care. As an original contribution, the article proposes an analytical matrix for the governanceof mental health in educational work, organized in three intervention levels and four transversal dimensions (institutional actors, observable indicators, implementation risks and differentiation by professional category), offering criteria for institutional diagnosis, monitoring and decision-making. It concludes that the sustainability of mental health in educational work depends on the articulation between revising working conditions, ongoing manager training, worker participation and democratic governance of digital technologies.