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Lazos, Gelena
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Karamushka, Liudmyla
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Deputatov, Vladyslav
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Klymenko, Ivan
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Pysarenko, Tetiana
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Background and Aim: Evidence-based practice in psychology (EBPP) constitutes a core framework for delivering effective mental health interventions, particularly during crises such as armed conflict. Prior research has shown that practitioners’ knowledge of and attitudes toward EBPP predict the likelihood of its implementation. This study examined self-reported knowledge and attitudes toward EBPP among practicing psychologists and psychology students in wartime Ukraine. Method: Self-reported knowledge of and attitudes toward EBPP were assessed in university students (n = 427) and practicing psychologists (n = 356) from across Ukraine. An online survey comprised items addressing sociodemographic characteristics, satisfaction with university EBPP training, perceived EBPP knowledge, and attitudes toward EBPP elements. Results: Students rated their university EBPP education more favorably than practicing psychologists did, but reported lower perceived EBPP knowledge. Both groups held generally positive attitudes toward EBPP, yet differed in their endorsement of its specific elements. Students placed greater importance on considering clients’ sociocultural characteristics and personal preferences, whereas practicing psychologists placed greater value on evidence derived from professional experience through supervision and collegial consultation. Conclusions: These findings suggest that, despite positive attitudes toward EBPP, both groups reported only moderate satisfaction with university EBPP training. The higher perceived EBPP knowledge among practicing psychologists, relative to students, may reflect accumulation of knowledge through professional experience rather than university preparation alone, suggesting that strengthening EBPP content in psychology curricula and continuing professional education in Ukraine warrants attention.
Contexto e Objetivo: A prática baseada em provas em psicologia (PBEP) constitui um referencial central para a prestação de intervenções eficazes em saúde mental, sobretudo em situações de crise como os conflitos armados. Investigação prévia demonstrou que o conhecimento dos profissionais sobre a PBEP e as atitudes face à mesma predizem a probabilidade da sua implementação. O presente estudo examinou o conhecimento autorreportado e as atitudes face à PBEP entre psicólogos/as em exercício e estudantes de psicologia na Ucrânia em tempo de guerra. Método: O conhecimento autorreportado e as atitudes face à PBEP foram avaliados em estudantes universitários (n = 427) e em psicólogos/as em exercício (n = 356) de várias regiões da Ucrânia. Um inquérito onlineincluiu itens sobre características sociodemográficas, satisfação com a formação universitária em PBEP, conhecimento percebido e atitudes face aos seus elementos. Resultados: Os estudantes avaliaram a formação universitária em PBEP de forma mais favorável do que os/as profissionais, embora tenham relatado menor conhecimento percebido. Ambos os grupos manifestaram atitudes globalmente positivas face à PBEP, embora divergissem na valorização dos respetivos elementos. Os estudantes atribuíram maior importância às características socioculturais e às preferências dos clientes, ao passo que as e os profissionais valorizaram mais as provas provenientes da experiência profissional, designadamente através da supervisão e da consulta entre pares. Conclusões: Apesar das atitudes positivas face à PBEP, ambos os grupos revelaram satisfação apenas moderada com a formação universitária. O conhecimento percebido como mais elevado entre os/as profissionais poderá refletir a acumulação de conhecimento decorrente da experiência, e não apenas da formação universitária, sugerindo a necessidade de reforçar os conteúdos de PBEP nos currículos e na formação contínua na Ucrânia.