Reino Unido
Este artículo analiza series fotográficas desconocidas producidas por el fotógrafo estadounidense Alan Fisher (1913–88) en Brasil entre 1950 y 1953. Dichas imágenes forman parte de informes visuales producidos para el Servicio de Información de Estados Unidos (USIS) con el fin de documentar la proyección de noticieros, cortometrajes y dibujos animados en fábricas y comunidades rurales de Brasil. El artículo reposiciona a Fisher como una figura clave para comprender la guerra de información estadounidense en el Brasil de mediados del siglo 20. El trabajo también teoriza estas proyecciones como eventos político-performativos y desarrolla un enfoque que da cuenta de la dimensión persuasiva (y tramposa) de estas campañas, mientras reconoce al mismo tiempo la agencia del público y su complicidad estratégica.
This article analyses samples of unexplored photographic series produced by US photographer Alan Fisher (1913–88) in Brazil between 1950 and 1953. These images are part of visual reports produced for the United States Information Service (USIS) documenting the screening of newsreels, short films and cartoons in factories and rural communities in Brazil. The article repositions Fisher as a key figure for understanding US information warfare in mid-century Brazil. It theorises these screenings as political-performative events and develops an approach that accounts for the persuasive (and deceptive) dimension of these campaigns while acknowledging the audience’s agency and strategic complicity.
Este artigo analisa amostras de séries fotográficas inexploradas produzidas pelo fotógrafo norte-americano Alan Fisher (1913–88) no Brasil entre 1950 e 1953. Essas imagens fazem parte de relatórios visuais produzidos para o Serviço de Informação dos Estados Unidos (USIS) documentando a exibição de cinejornais, curtas-metragens e desenhos animados em fábricas e comunidades rurais no Brasil. O artigo reposiciona Fisher como uma figura-chave para compreender a guerra informacional dos EUA no Brasil de meados do século 20. Esse estudo teoriza tais exibições como eventos político-performáticos e desenvolve uma abordagem que leva em conta a dimensão persuasiva (e enganosa) dessas campanhas, ao mesmo tempo em que reconhece a agência e a cumplicidade estratégica do público.