Este artículo propone un análisis filosófico-crítico del concepto de ideología en el siglo XXI a partir de los aportes de Hannah Arendt, Slavoj Žižek, Judith Butler y Terry Eagleton. A través de una metodología hermenéutica y comparativa, se examina la ideología como estructura simbólica, narrativa y performativa que modela la experiencia, la subjetividad y el poder. Se plantea que la ideología no solo enmascara la realidad, sino que la produce activamente mediante marcos normativos y ficciones culturalmente internalizadas. El texto se estructura en tres secciones: una reconstrucción teórica del concepto, un análisis de su operatividad en contextos contemporáneos (como el populismo, las redes sociales o la posverdad) y una discusión sobre sus límites y posibilidades de transformación. Se concluye que una crítica filosófica de la ideología, lejos de ser un ejercicio meramente teórico, es fundamental para ampliar los márgenes de agencia, pluralidad y justicia en las democracias actuales.
Este artigo propõe uma análise filosófico-crítica do conceito de ideologia no século XXI com base nas contribuições de Hannah Arendt, Slavoj Žižek, Judith Butler e Terry Eagleton. Por meio de uma metodologia hermenêutica e comparativa, a ideologia é examinada como uma estrutura simbólica, narrativa e performativa que molda a experiência, a subjetividade e o poder. Argumenta-se que a ideologia não apenas mascara a realidade, mas também a produz ativamente por meio de estruturas normativas e ficções culturalmente internalizadas. O texto está estruturado em três seções: uma reconstrução teórica do conceito, uma análise de sua operacionalização em contextos contemporâneos (como populismo, mídias sociais ou pós-verdade) e uma discussão sobre seus limites e possibilidades de transformação. A conclusão é que uma crítica filosófica da ideologia, longe de ser um exercício meramente teórico, é essencial para expandir o escopo da agência, da pluralidade e da justiça nas democracias atuais.
This article offers a philosophical-critical analysis of the concept of ideology in the 21st century, drawing on the contributions of Hannah Arendt, Slavoj Žižek, Judith Butler, and Terry Eagleton. Through a hermeneutic and comparative methodology, ideology is examined as a symbolic, narrative, and performative structure that shapes experience, subjectivity, and power. It is argued that ideology not only conceals reality but actively produces it through normative frameworks and culturally internalized fictions. The article is structured in three sections: a theoretical reconstruction of the concept, an analysis of its operation in contemporary contexts (such as populism, social media, and post-truth), and a discussion of its limits and possibilities for transformation. It concludes that a philosophical critique of ideology—far from being a purely theoretical exercise—is essential for expanding the margins of agency, plurality, and justice within current democratic frameworks.