El objetivo de esta investigación fue formular una propuesta didáctica denominada “Caminos a Abya Yala: viajando al diálogo de saberes en el aula” para el abordaje de saberes decolonizadores en las Ciencias Sociales del grado sexto, como un aporte al proceso de construcción de una propuesta real de educación popular en la escuela (Mejía,2013) y la construcción de estrategias didácticas alternativas trabajada desde los intersticios de uno de los dispositivos más eficientes y colonizadores en la escuela: la didáctica.Para este fin se recurrió a la estrategia de Mapeamiento Informacional Bibliográfico (MBI) que arrojó al proceso investigativo tres enfoques conceptuales para guiar la investigación; los saberes descolonizantes, la interculturalidad y el diálogo de saberes; se realizó la selección de un corpus de 41 documentos, la construcción de fichas bibliográficas que permiten el abordaje de saberes descolonizantes en el aula y, por último, la entrega de secuencias didácticas que orientan el trabajo a realizar en el aula, asociadas a los ejes curriculares del área de Ciencias Sociales y un aparte con los criterios de evaluación sugeridos.Nos interesa la forma de conocer y saber de los seres que habitan el universo, los saberes ancestrales que establecen otro tipo de relación con la tierra, los animales y los ciclos vitales, relaciones sistémicas que permiten cambios en la forma de sentir-pensar, y que pueden aportar a cambios en las formas de vida extractivista a la que han sido arrastrados los territorios por causa del “desarrollo” propuesto por Occidente, apunta a la construcción de procesos interculturales mediante los cuales los sujetos visibilicen y cuestionen la colonialidad del saber, una resignificación que comprenda la relación horizontal entre los saberes epistémicos occidentales y los saberes epistémicos ancestrales.
O objetivo desta pesquisa foi formular uma proposta didática denominada "Caminhos para Abya Yala: viajando ao diálogo dos saberes em sala de aula" para a abordagem da descolonização do conhecimento nas Ciências Sociais do sexto ano, como contribuição ao processo de construção de uma proposta de educação popular real na escola (Mejía, 2013) e a construção de estratégias didáticas alternativas trabalhadas desde os interstícios de um dos dispositivos mais eficientes e colonizadores da escola: a didática.
Para tanto, foi utilizada a estratégia de Mapeamento da Informação Bibliográfica (MBI), que lançou no processo investigativo três abordagens conceituais para orientar a investigação; a descolonização do saber, a interculturalidade e o diálogo do saber; Procedeu-se à seleção de um corpus de 41 documentos, à construção de registos bibliográficos que permitem a abordagem de saberes descolonizadores em sala de aula e, por fim, à entrega de sequências didáticas que orientam o trabalho a realizar em sala de aula, associado a os eixos curriculares da área das Ciências Sociais e uma secção autónoma com os critérios de avaliação sugeridos.
Interessa-nos a forma de conhecer e aprender sobre os seres que habitam o universo, saberes ancestrais que estabelecem outro tipo de relação com a terra, os animais e os ciclos da vida, relações sistémicas que permitem mudanças na forma de sentir-pensar, e que pode contribuir para mudanças nos modos de vida extrativistas para os quais os territórios foram arrastados por causa do "desenvolvimento" proposto pelo Ocidente, aponta para a construção de processos interculturais por meio dos quais os sujeitos tornam visíveis e questionam a colonialidade do conhecimento, uma ressignificação que inclui a relação horizontal entre conhecimento epistêmico ocidental e conhecimento epistêmico ancestral.
The objective of this research is to formulate a didactic proposal called “Paths to Abya Yala: traveling to the dialogue of knowledge in the classroom” for the approach of decolonizing knowledge in the social sciences of the sixth grade to the Bibliographic Informational Mapping strategy (MBI) that I threw into the process investigative three conceptual approaches to guide research: the knowledge decolonizing, interculturality and the dialogue of knowledge. A selection was made of a corpus of 41 documents, the construction of bibliographic records that allow the approach of decolonizing knowledge in the classroom and finally the delivery of sequences didactics that guide the work to be done in the classroom, associated with the curricular axes of the Social Sciences area and an aside with the suggested evaluation criteria.
We are interested in the way of knowing and knowing about the beings that inhabit the universe, the ancestral knowledge that establishes another type of relationship with the land, animals and life cycles, systemic relationships that allow changes in the way of feeling-thinking, and that can contribute to changes in the forms of extractivist life to which they have been territories dragged by the “development” proposed by the West, points to the construction of intercultural processes through which subjects make visible and questions the coloniality of knowledge, a resignification that includes the relationship horizontal between western epistemic knowledge and ancestral epistemic knowledge, that the first does not qualify as superior and the second as inferior.