Coimbra (Sé Nova), Portugal
En este artículo, pretendo presentar las críticas de Hans Jonas, en el capítulo “Third Essay. Is God a Mathematician? The Meaning of Metabolism de su obra The Pheno-menon Of Life/Toward a Philosophical Biology”, a la concepción matemático‑mecanicista de la naturaleza (el materialismo y el dualismo cartesiano), que son obstáculos para una explicación filosófico‑ontológica satisfactoria de la vida y sus especificidades biológicas y ontológicas. Para ello, destacaré la importancia del metabolismo, señalando la especificidad ontológica de los seres animados. Al mismo tiempo, pondré de relieve las críticas de Jonas al dualismo cartesiano y al epifenomenalismo. Por último, pretendo acercar la posición de Jonas a la perspectiva hilomórfica de inspiración aristotélica‑tomista defendida por Edward Feser sobre la persona humana, haciendo hincapié en las contribuciones realizadas en el campo de la antropología filosófica.
In this article, I intend to present Hans Jonas' criticisms in the chapter "Third Essay. Is God a Mathematician? The Meaning of Metabolism from his work The Phenomenon Of Life/Toward a Philosophical Biology", to the mathematical-mechanistic conception of nature (materialism and Cartesian dualism), which are obstacles to a satisfactory philosophical-ontological explanation of life and its biological and ontological specificities. To this end, I will highlight the importance of metabolism, pointing out the ontological specificity of animate beings. At the same time, I will bring to the fore Jonas's criticisms of Cartesian dualism and epiphenomenalism. Finally, I intend to bring Jonas' position closer to the Aristotelian-Thomistic-inspired hylomorphic perspective defended by Edward Feser on the human person, with emphasis on the contributions made in the field of philosophical anthropology.
Neste artigo pretendo expor as críticas de Hans Jonas, no capítulo "Third Essay. Is God a Mathematician? The Meaning of Metabolism da sua obra The Phenomenon Of Life/Toward a Philosophical Biology", à conceção matemático-mecanicista da natureza (mormente, materialismo e dualismo cartesiano), obstáculo a uma explicação filosófico-ontológica satisfatória da vida e das suas especificidades biológicas e ontológicas. Para tal, destacarei a importncia do metabolismo, assinalando a especificidade ontológica dos seres animados. Simultaneamente, trarei à liça as críticas que Jonas apresenta ao dualismo cartesiano e ao epifenomenalismo. Por fim, pretendo aproximar a posição de Jonas da perspetiva hilomórfica, de inspiração aristotélica-tomista, defendida por Edward Feser sobre a pessoa humana com destaque para os contributos deixados no mbito da Antropologia Filosófica.