Brasil
En julio de 2021, una decisión del Tribunal Federal de Australia generó un importante interés internacional sobre una pregunta importante: ¿pueden las Inteligencias Artificiales (IA) aparecer como inventoras en las reclamaciones de protección de patentes de invenciones? La respuesta requiere de una valoración teórico-práctica basada en el proceso de definición de la actividad inventiva, qué son capaces de hacer las IA con un propósito específico e incluso con base en lo que dice la decisión en cuestión sobre la situación del caso. El trabajo practica este esfuerzo metodológico cuestionando lo que afirma la citada decisión sobre el estado del arte de las IA en términos de actividad inventiva. A través de la hipótesis de que no se plantea ningún postulado general de la IA y haciendo uso del método hipotético-deductivo, el trabajo confirma la hipótesis y concluye que la estructura argumentativa de la decisión analizada es sólida, beneficiando incluso el contexto de innovación practicado a partir de la aplicación de la IA. técnicas.
In July 2021, an Australian Federal Court decision generated important international interest on an important question: can Artificial Intelligences (AIs) BE inventors in claims for patent protection of inventions? The answer requires a theoretical-practical assessment based on the process of defining the inventive step, what specific purpose AIs are capable of doing and even based on what the decision in question states about the situation of the case. The work makes this methodological effort questioning what the aforementioned decision asserts about the state of the art of AIs in terms of inventive step. Through the hypothesis that no general AI postulate is raised and using the hypothetical-deductive method, the work confirms the hypothesis and concludes that the argumentative structure of the analyzed decision is solid, and even benefits the context of innovation practiced through the application of AI techniques.
Em julho de 2021, uma decisão da Corte Federal australiana gerou importante interesse internacional sobre uma questão importante: podem Inteligências Artificiais (IAs) figurar como inventoras em pleitos de proteção patentária de invenções? A resposta exige uma avaliação teórico-prática a partir do processo de definição da atividade inventiva, o que IAs de finalidade específica são capazes de fazer e mesmo a partir do que a decisão em questão afirma sobre a situação do caso. O trabalho pratica esse esforço metodológico questionando o que a referida decisão assevera sobre o estado da arte de IAs em matéria de atividade inventiva. Por meio da hipótese de que nenhum postulado de IA geral é levantado e fazendo uso do método hipotético-dedutivo, o trabalho confirma a hipótese e conclui que a estrutura argumentativa da decisão analisada é sólida, inclusive beneficia o contexto de inovação praticada a partir da aplicação de técnicas de IA.