Santiago, Chile
Este artículo analiza la implementación de la reparación simbólica en Colombia, examinandotanto las medidas estatales como las iniciativas de la sociedad civil. Desde un enfoque sociojurídico crítico, el estudio conceptualiza la reparación simbólica no solo como un acto conmemorativo, sino como una tecnología política de gobernanza de la memoria. La metodología emplea una revisión documental cualitativa y un análisismetanarrativo para identificar regímenes de representación y autorización narrativa. Los hallazgos revelan que, si bien se reconoce a las víctimas, el modelo actual enfrenta tensiones estructurales entre la ritualización y la apropiación social genuina, y entre el control institucional y la participación de las víctimas. Se concluye que fortalecer la dimensión simbólica es esencial para prevenir la trivialización del daño y garantizarla no repetición de la violencia en el marco de la justicia transicional.
Este artigo analisa a implementação da reparação simbólica na Colômbia, examinando tanto as medidas lideradas pelo Estado quanto as iniciativas da sociedade civil. Ao adotar uma abordagem crítica socio-legal, o estudo define a reparação simbólica não apenas como um ato comemorativo, mas como uma tecnologia política de governança da memória. A metodologia emprega uma revisão documental qualitativa e uma análise metanarrativa para identificar regimes de representação e autorização narrativa.As descobertas revelam que, embora as vítimas sejam reconhecidas, o modelo atual enfrenta tensões estruturais entre ritualização e apropriação social genuína, e entre controle institucional e participação das vítimas. Concluiu-se que fortalecer a dimensão simbólica é essencial para prevenir a banalização do dano e garantir a não repetição da violência no âmbito da justiça transicional.
This article analyzes the implementation of symbolic reparation in Colombia, examiningboth State-led measures and civil society initiatives. Adopting a critical socio-legal approach,the study conceptualizes symbolic reparation not merely as a commemorative act, but as a political technology of memory governance. The methodology employs a qualitative documentary review and meta-narrative analysis to identify regimes of representation and narrative authorization. Findings reveal that while victims are recognized, the current model faces structural tensions between ritualization and genuinesocial appropriation, and between institutional control and victim participation. It is concluded that strengthening the symbolic dimension is essential for preventing the trivialization of harm and ensuring the non-repetition of violence within the framework of transitional justice.