Colombia
En el presente artículo se analizará el impacto creciente del uso de los deepfakes y la IA generativa como evolución de las estrategias de ingeniería social, destacando su papel de amenaza emergente en el ciberfraude del siglo XXI. Los recientes avances tecnológicos han permitido generar contenidos hiperrealistas que tienen el potencial de suplantar la identidad de forma casi indetectable. A partir de un enfoque mixto, en el cual se integran corrientes de la criminología, estadísticas y doctrina especializada, se examinarán casos recientes de ciberfraude en los cuales se emplearon los deepfakes para manipular a las víctimas y vulnerar sistemas de autenticación y acceso a información reservada. Asimismo, se discute la pertinencia de aplicar la teoría criminológica de las actividades rutinarias como estrategia preventiva, con la cual se pueden identificar rutinas cotidianas que pueden ser explotadas por los ciberdelincuentes. En el siglo XXI, se destaca la importancia de contar con una cultura de autoprotección y autorregulación digital en los entornos digitales para que las personas no sean víctimas del fraude cibernético.
Este artigo analisa o impacto crescente do uso de deepfakes e IA generativa como evolução das estratégias de engenharia social, destacando seu papel como ameaça emergente no ciberfraude do século XXI. Os recentes avanços tecnológicos permitiram gerar conteúdos hiper-realistas que têm o potencial de suplantar a identidade de forma quase indetectável. A partir de uma abordagem mista, na qual se integram correntes da criminologia, estatísticas e doutrina especializada, serão examinados casos recentes de fraude cibernética nos quais foram utilizados deepfakes para manipular as vítimas e violar sistemas de autenticação e acesso a informações confidenciais. Além disso, discutiremos a pertinência de aplicar a teoria criminológica das atividades rotineiras como estratégia preventiva, com a qual é possível identificar rotinas diárias que podem ser exploradas por cibercriminosos. No século XXI, destaca-se a importância de contar com uma cultura de autoproteção e autorregulação digital em ambientes digitais para que as pessoas não sejam vítimas de fraude cibernética.
This essay will address the increasing significance of deepfakes and generative AI in the context of social engineering tactics, emphasizing their role as a developing danger in cyber fraud in the twenty-first century. Recent technological advances have enabled the generation of hyperrealistic content that has the potential for near-undetectable identity impersonation. Therefore, contemporary cases of cyberfraud where deepfakes were used to trick victims, break authentication systems, and get to private information will be looked at using a mixed method that includes criminology, statistics, and specialized doctrine. This essay also addresses the importance of applying the criminological theory of routine activities as a preventive strategy, which can be used to identify everyday routines that can be exploited by cybercriminals. In the 21st century, it is important to have a culture of digital self-protection and self-regulation in digital environments, so that people don't fall victim to cyber fraud.