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Nathalia Urbano-Canal
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Sharon Rojas-Yacaman
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Laura Mantilla-Leon
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Canadá
Colombia
Como principal país receptor de migrantes venezolanos, Colombia ha incorporado a más de 600 mil niños, niñas y adolescentes venezolanos (NNA) en su sistema de educación pública. Si bien la mayoría de las escuelas se limita a garantizar el acceso, algunas también promueven el sentido de pertenencia y el aprendizaje académico inclusivo. Este estudio se pregunta: ¿qué explica la variabilidad en las respuestas escolares hacia los NNA migrantes y cómo algunas escuelas logran avanzar en su inclusión más allá del acceso? A partir de la teoría de la construcción de sentido, se analizan 15 escuelas públicas en tres jurisdicciones subnacionales mediante un enfoque cualitativo comparativo que combina entrevistas y análisis documental. Los hallazgos muestran que, pese a la escasez de recursos y las limitaciones de los lineamientos de política, algunas escuelas desarrollan prácticas inclusivas sostenidas activadas por la visibilidad de la migración y gracias a las creencias positivas que actores escolares tienen sobre los migrantes, sus experiencias previas de inclusión y liderazgo escolar activo. El estudio aporta evidencia sobre los procesos mediante los cuales las escuelas interpretan e implementan políticas en contextos de crisis, y ofrece implicaciones relevantes para el diseño de políticas educativas más sensibles a la diversidad.
As the main host country for Venezuelan migrants, Colombia has incorporated more than 600,000 Venezuelan children into its public education system. While most schools focus on guaranteeing access, some also promote a sense of belonging and inclusive academic learning. This study asks: What explains the variability in school responses toward migrant children, and how do some schools manage to advance inclusion beyond mere access? Drawing on sensemaking theory, we analyze 15 public schools in three subnational jurisdictions using a comparative qualitative approach that combines interviews and document analysis. Findings show that, despite resource shortages and limited policy guidelines, some schools develop sustained inclusive practices triggered by the visibility of migration and thanks to positive beliefs held by school actors about migrants, their prior experiences with inclusion, and active school leadership. The study provides evidence on the processes through which schools interpret and implement policies in crisis contexts and offers relevant implications for designing education policies that are more sensitive to diversity.
Como principal país receptor de migrantes venezuelanos, a Colômbia incorporou mais de 600 mil crianças e adolescentes venezuelanos (NNA) em seu sistema de educação pública. Embora a maioria das escolas se limite a garantir o acesso, algumas também promovem o senso de pertencimento e a aprendizagem acadêmica inclusiva. Este estudo pergunta: o que explica a variabilidade nas respostas escolares aos NNA migrantes e como algumas escolas conseguem avançar na inclusão para além do acesso? Com base na teoria da construção de sentido, são analisadas 15 escolas públicas em três jurisdições subnacionais por meio de uma abordagem qualitativa comparativa que combina entrevistas e análise documental. Os resultados mostram que, apesar da escassez de recursos e das limitações das diretrizes políticas, algumas escolas desenvolvem práticas inclusivas sustentadas, ativadas pela visibilidade da migração e graças às crenças positivas que os atores escolares têm sobre os migrantes, suas experiências prévias de inclusão e liderança escolar ativa. O estudo fornece evidências sobre os processos pelos quais as escolas interpretam e implementam políticas em contextos de crise e oferece implicações relevantes para a formulação de políticas educacionais mais sensíveis à diversidade.