Valmir Luis Saldanha da Silva, Pedro Henrique Joaquim
Este artículo es el resultado de una investigación teórica y cualitativa, basada en un levantamiento bibliográfico conceptual. En él, el objetivo fue rescatar la dinámica de los afectos de Spinoza y acercarla a la dimensión relacional en los procesos educativos, dándole relevancia a los afectos en ambientes pedagógicos.
También establece un diálogo entre la tradición de pensamiento spinozista y la filosofía de la educación basada en la alegría, tema debatido por Georges Snyders. La conclusión apunta a la necesidad de revalidar el paradigma estético como vector pedagógico en el que es posible concebir afecciones, alegrías y afectos, relacionarlos con el desarrollo de lo sensitivo y tomarlos como base de una praxis pedagógica emancipadora.
This article is the result of a theoretical and qualitative investigation, based on a conceptual bibliographic survey. In it, the objective was to rescue Spinoza’s dynamics of affections and bring it closer to the relational dimension in educational processes, giving relevance to affections in pedagogical environments. It also draws a dialogue between the Spinozist tradition of thought and the philosophy of education based on joy, a topic debated by Georges Snyders. The conclusion points to the need to revalidate the aesthetic paradigm as a pedagogical vector in which it is possible to conceive affections, joys, and affects, relate them to the development of the sensitive, and take them as the basis of an emancipatory pedagogical praxis.
O presente artigo é resultado de uma investigação teórica e qualitativa, pautado em levantamento bibliográfico conceitual. Nele, objetivou-se resgatar a dinâmica de afecções de Espinosa e aproximá-la à dimensão relacional nos processos educacionais, dando relevância aos afetos nos ambientes pedagógicos. Também, traçar um diálogo entre a tradição de pensamento espinosista e a filosofia da educação pautada nas alegrias, tema debatido por Georges Snyders. A conclusão aponta para a necessidade de revalidação do paradigma estético como vetor pedagógico em que seja possível conceber afecções, alegrias e afetos, relacioná-los ao desenvolvimento do sensível e tomá-los como base de uma práxis pedagógica emancipatória.