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Urzúa, Alfonso
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Gantiva, Carlos
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Reyes-Rivera, María-Juliana
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Cano-Sierra, Laura
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Colombia
Antofagasta, Chile
Colombia
Este artículo otorga una visión panorámica sobre la relación compleja entre salud mental, violencia y construcción de paz, e introduce las diversas investigaciones que componen este número temático. Se propone una mirada integral que articula la evidencia empírica, la reflexión teórica y la práctica psicosocial para discutir los impactos individuales y colectivos de los conflictos sociales sobre el bienestar psico lógico, evidenciando el carácter multidimensional de los procesos de conflicto y paz, así como las limitaciones de los modelos biomédicos tradicionales para entender las afectaciones de salud mental derivadas de estos escenarios. El artículo invita a superar las miradas individualizantes y a reconocer la salud mental como un proceso colectivo, vinculado a la justicia social, a la memoria y a la construcción de una paz sostenible.
This article offers a panoramic overview of the complex relationship between mental health, violence, and peacebuilding, and introduces the different studies that comprise this thematic issue. It adopts an integrative perspective that weaves together empirical evidence, theoretical reflection, and psychosocial practice in order to examine the individual and collective impacts of social conflicts on psychological well being. In doing so, it underscores the multidimensional nature of conflict and peace processes, while also highlighting the limitations of traditional biomedical models for understanding the mental health effects that arise in these contexts. The article calls for moving beyond individualizing perspectives and for recognizing mental health as a collective process, closely connected to social justice, memory, and the construction of sustainable peace.
Este artigo oferece uma visão ampla da complexa relação entre saúde mental, violência e construção de paz, e apresenta as diversas pesquisas que compõem esta edição temática. Propõe-se uma visão abrangente que articula evidência empírica, reflexão teórica e prática psicossocial para discutir os impactos individuais e coletivos dos conflitos sociais no bem-estar psicológico, evidenciando a natureza multidimen sional dos processos de conflito e paz, bem como as limitações dos modelos biomédicos tradicionais para entender os efeitos na saúde mental derivados desses cenários. O artigo convida a superar visões individualizadoras e a reconhecer a saúde mental como um processo coletivo, vinculado à justiça social, à memória e à construção de uma paz sustentável.