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Arrieta, Sergio Daniel
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Carranza-Franco, Francy
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Rengifo, Juan Roberto
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Martínez, Karina
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Pinilla-Roncancio, Mónica
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Weber, Sanne
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Casas, Germán
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Fenton, Sarah-Jane
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Jackson, Paul
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Colombia
Reino Unido
City of Boston, Estados Unidos
En este artículo se profundiza en la labor esencial que desempeñan las organizaciones comunitarias en tres municipios marcados por la historia de conflicto y violencia política en la región Pacífica colombiana: Buenaventura, Quibdó y Tumaco. La investigación se centra en comprender cómo estas entidades están activamente contribuyendo a fomentar el bienestar emocional y la salud mental de niños, niñas, adolescentes y jóvenes, una población particularmente vulnerable en estos contextos. Por medio de entrevistas semiestructuradas y de encuentros de diálogo con las organizaciones de base, se analizaron en detalle las diversas estrategias y prácticas que implementan. Los hallazgos revelan un panorama alentador en el que estas iniciativas se erigen como pilares fundamentales para la promoción de la salud mental. Esto se logra principalmente mediante la creación y el sostenimiento de espacios que se distinguen por ser seguros, protectores y libres de violencia, brindando a los niños, niñas, adolescentes y jóvenes la oportunidad vital de expresar sus emociones de manera abierta y de establecer conexiones significativas con su comunidad. Un aspecto particularmente destacable del estudio es la identificación de cómo varias de las organizaciones comunitarias entre vistadas integran de manera innovadora los saberes tradicionales afrocolombianos con diversas prácticas artísticas y un acompañamiento psicosocial sensible y adaptado a las necesidades específicas de la población local. Esta combinación de enfoques permite abordar las complejas heridas emocionales y psíquicas de una manera culturalmente relevante y efectiva. En el estudio se subraya la importancia crucial de estas prácticas comunitarias como agentes de cambio en la construcción de un entorno propicio para el bienestar emocional y la salud mental, especialmente en territorios que han sido profundamente afectados por las dinámicas del conflicto armado.
This article examines the essential work carried out by community-based organizations in three municipalities of Colombia’s Pacific region marked by a history of conflict and political violence: Buenaventura, Quibdó, and Tumaco. The study focuses on understanding how these entities actively contribute to fostering the emotional well-being and mental health of children, adolescents, and youth, who represent a particularly vulnerable population within these contexts. Drawing on semi-structured interviews and dialogue sessions with grassroots organizations, the analysis provides a detailed exploration of the diverse strategies and practices they implement. The findings offer an encouraging view of the role these initiatives play as fundamental pillars for promoting mental health. Their impact is especially evident in the creation and mainte nance of spaces that are safe, protective, and free from violence—places that provide children and young people with the essential opportunity to express their emotions openly and cultivate meaningful connections with their communities. A particularly noteworthy contribution of the study is the identification of innovative approaches through which several of the community organizations interviewed integrate Afro- Colombian traditional knowledge with a range of artistic practices and sensitive psycho social support tailored to local needs. This combination enables them to address complex emotional and psychological wounds in ways that are culturally relevant and effective. Overall, the study underscores the crucial importance of these community practices as agents of change in building environments that foster emotional well-being and mental health, particularly in territories deeply affected by the dynamics of armed conflict.
Este artigo se aprofunda no trabalho essencial realizado por organizações comunitárias em três municípios marcados pela história do conflito e da violência política na região do Pacífico colombiano: Buenaventura, Quibdó e Tumaco. A pesquisa trata de compreender como essas entidades estão contribuindo ativamente para promover o bem-estar emocional e a saúde mental de crianças, jovens e adolescentes, uma população particularmente vulnerável nesses contextos. Por meio de entrevistas semiestruturadas e de encontros de diálogo com as organizações de base, foram analisadas detalhada mente as diversas estratégias e práticas implementadas. As descobertas revelam um panorama encorajador no qual essas iniciativas se constituem como pilares funda mentais para a promoção da saúde mental. Isso é alcançado principalmente por meio da criação e da manutenção de espaços que se distinguem por serem seguros, protetores e livres de violência, proporcionando a crianças, jovens e adolescentes a oportunidade vital de expressar suas emoções abertamente e de estabelecer conexões significativas com a comunidade. Um aspecto particularmente notável do estudo é a identificação de como várias organizações comunitárias entrevistadas integram de maneira inovadora os saberes tradicionais afro-colombianos com diversas práticas artísticas e um acompa nhamento psicossocial sensível e adaptado às necessidades específicas da população local. Essa combinação de abordagens permite tratar feridas emocionais e psíquicas complexas de uma maneira culturalmente relevante e eficaz. Neste estudo, destaca-se a importância crucial dessas práticas comunitárias como agentes de mudança na construção de um ambiente propício ao bem-estar emocional e à saúde mental, especial mente em territórios profundamente afetados pelas dinâmicas do conflito armado.