Este artículo examina cómo la definición de “acto de agresión” establecida en la Resolución 3314 de 1974 de la Asamblea General de la onu resulta insuficiente frente a las nuevas formas de violencia interestatal impulsadas por tecnologías digitales. Parte de la idea de que ciertos ciberataques deberían considerarse actos de agresión según el derecho internacional, ya que impactan directamente la infraestructura crítica y la soberanía de los Estados. El análisis combina enfoques dogmáticos, normativos y doctrinales para proponer un literal hipotético de esta como enmienda de adición a la definición de agresión contenida en el artículo 3º de la Resolución 3314. Además, se discuten los retos teóricos relacionados con la atribución estatal y la forma en que se materializa el daño en el ámbito cibernético
This article examines how the definition of “act of aggression” established in un General Assembly Resolution 3314 of 1974 is insufficient in the face of new forms of interstate violence driven by digital technologies. It starts with the idea that certain cyberattacks should be considered acts of aggression under international law, as they directly impact critical infrastructure and the sovereignty of States. The analysis combines dogmatic, normative, and doctrinal approaches to propose a hypothetical provision as an amendment to the definition of aggression contained in article 3 of Resolution. In addition, it discusses the theoretical challenges related to state attribution and the way in which damage materializes in the cyber realm.
Este artigo examina como a definição de “ato de agressão” estabelecida na Resolução 3314 (1974) da Assembleia Geral das Nações Unidas é insuficiente diante das novas formas de violência interestatal impulsionadas pelas tecnologias digitais. Parte da ideia de que certos ciberataques devem ser considerados atos de agressão nos termos do direito internacional, uma vez que afetam diretamente infraestruturas críticas e a soberania dos Estados. A análise combina abordagens dogmáticas, normativas e doutrinárias para propor uma disposição hipotética como emenda à definição de agressão contida no artigo 3.º da Resolução. Além disso, analisa os desafios teóricos relacionados à atribuição estatal e à forma como os danos se materializam no ciberespaço.Palavras-chave: Operações cibernéticas; ciberataques; ato de agressão; Resolução 3314 de 1974; definição.