Santiago, Chile
Este breve ensayo propone una reflexión antropológica y cultural sobre la necesidad que tiene nuestra especie de una educación en la no violencia, esto es, una exigencia de autopreservación y de control real de la violencia. El texto discurre sobre el hecho de que la violencia es una cuestión humana; que los principios de la no violencia son una cuestión antigua y muy actual; que la educación se vincula al racionalismo en esto; que existe una educación no violenta y una educación en la no violencia y que, finalmente, en estos procesos, el educador debe ser un mediador en los conflictos que se declaran entre los estudiantes y al mismo tiempo debe educarlos sobre las consecuencias de la violencia.
This short essay proposes an anthropological and cultural reflection on the need of our species for an education in non-violence, that is, a demand for self-preservation and real control of violence. The text discusses the fact that violence is a human issue; that the principles of non-violence are an ancient and very current issue; that education is linked to rationalism in this; that there is a non-violent education and an education in non-violence and that, finally, in these processes, the educator must be a mediator in the conflicts that are declared between students and at the same time must educate them about the consequences of violence.
Este pequeno ensaio propõe uma reflexão antropológica e cultural sobre a necessidade de nossa espécie de uma educação para a não-violência, ou seja, uma demanda por autopreservação e controle real da violência. O texto discute o fato de que a violência é uma questão humana; que os princípios da não-violência são uma questão antiga e muito atual; que a educação está ligada ao racionalismo nisso; que existe uma educação não-violenta e uma educação para a não-violência e que, finalmente, nesses processos, o educador deve ser um mediador nos conflitos que são declarados entre os alunos e, ao mesmo tempo, deve educá-los sobre as consequências da violência.