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Larissa Degenhart
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Jonas Adriel dos Santos Grodt
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Cristiano Sausen Soares
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Luiz Henrique Figueira Marquezan
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Brasil
La creciente atención prestada a las cuestiones de sostenibilidad ha dado lugar a un aumento de los debates en la literatura sobre si las divulgaciones ambientales, sociales y de gobernanza (ESG) realmente contribuyen al rendimiento corporativo o lo perjudican, además de evaluar cuáles serían los posibles impulsores de esta relación. En este sentido, la remuneración de los ejecutivos puede actuar como mecanismo de alineación en la supresión de conflictos de intereses entre el agente y el principal, e impulsar actividades sostenibles y el rendimiento de las empresas. Así, la investigación tuvo como objetivo analizar el efecto moderador de la remuneración de los ejecutivos en la relación entre ESG y el rendimiento económico-financiero y de mercado de 107 empresas brasileñas. La investigación se clasifica como descriptiva, cuantitativa y documental, con la aplicación de la técnica de regresión. Entre los principales resultados, se destaca que las acciones ESG impactan positivamente en el rendimiento de las empresas brasileñas analizadas y que mayores inversiones en acciones ESG proporcionan un mayor rendimiento corporativo. Los hallazgos confirmaron que la remuneración de los ejecutivos actúa como impulsora de la relación entre ESG y el rendimiento económico-financiero, medido por el ROA, y el rendimiento del mercado, medido por el MTB. Estos resultados, a la luz de la Teoría de la Agencia, denotan que los contratos de remuneración están previendo, de manera eficaz, convergencias entre salario, ESG y rendimiento corporativo. De este modo, la remuneración de los ejecutivos tiende a potenciar las acciones ESG y a impulsar el rendimiento de las empresas. Esta investigación avanza en la literatura al explorar los efectos de la remuneración de los ejecutivos en la relación entre ESG y rendimiento, que son relaciones incipientes en el contexto nacional e internacional. El estudio contribuye a las organizaciones, los directores generales, las partes interesadas y los consejeros de administración, al poner de manifiesto la importancia de una definición coherente de las políticas de remuneración, además de la incorporación de actividades ESG para lograr un mayor rendimiento corporativo interno (económico-financiero) y externo (mercado). Como limitaciones, se consideran el corte temporal, el contexto emergente brasileño y las empresas analizadas, factores que imposibilitan las generalizaciones.
A crescente atenção dada às questões de sustentabilidade levou a uma ampliação das discussões na literatura se as divulgações environmental, social, and governance (ESG) realmente contribuem para o desempenho corporativo ou o prejudicam, além de se avaliar quais seriam os possíveis impulsionadores dessa relação. Nesse sentido, a remuneração dos executivos pode atuar como mecanismo de alinhamento na supressão de conflitos de interesses entre agente e principal, e impulsionar atividades sustentáveis e o desempenho das empresas. Assim, a pesquisa objetivou analisar o efeito moderador da remuneração dos executivos na relação entre ESG e desempenho econômico-financeiro e de mercado de 107 empresas brasileiras. A pesquisa classifica-se como descritiva, quantitativa e documental, com aplicação da técnica de regressão. Entre os principais resultados, destaca-se que as ações ESG impactam positivamente o desempenho das companhias brasileiras analisadas e que maiores investimentos em ações ESG proporcionam maior desempenho corporativo. Os achados confirmaram que a remuneração dos executivos atua como impulsionadora da relação entre ESG e desempenho econômico-financeiro, medido pelo ROA, e desempenho de mercado, mensurado pelo MTB. Tais resultados, à luz da Teoria da Agência, denotam que os contratos de remuneração estão prevendo, de modo eficaz, convergências entre salário, ESG e desempenho corporativo. Desse modo, a remuneração dos executivos tende a potencializar as ações ESG e alavancar o desempenho das empresas. Esta pesquisa avança na literatura ao explorar os efeitos da remuneração dos executivos na relação entre ESG e desempenho que são relações incipientes no contexto nacional e internacional. O estudo contribui para organizações, CEOs, stakeholders e conselheiros de administração, ao evidenciar a relevância de uma definição congruente das políticas de remuneração, além da incorporação de atividades ESG para alcançar maiores desempenhos corporativos internos (econômico-financeiro) e externos (mercado). Como limitações, consideram-se o recorte temporal, o contexto emergente brasileiro e as empresas analisadas, fatores que impossibilitam generalizações.
The growing attention given to sustainability issues has led to an expansion of discussions in the literature on whether environmental, social, and governance (ESG) disclosures actually contribute to corporate performance or harm it, in addition to assessing what the possible drivers of this relationship might be. In this sense, executive compensation can act as an alignment mechanism in suppressing conflicts of interest between agents and principals, and drive sustainable activities and corporate performance. Thus, the research aimed to analyze the moderating effect of executive compensation on the relationship between ESG and the economic, financial, and market performance of 107 Brazilian companies. The research is classified as descriptive, quantitative, and documentary, with the application of regression techniques. Among the main results, it is noteworthy that ESG actions positively impact the performance of the Brazilian companies analyzed and that greater investments in ESG actions provide greater corporate performance. The findings confirmed that executive compensation acts as a driver of the relationship between ESG and economic-financial performance, measured by ROA, and market performance, measured by MTB. These results, in light of Agency Theory, indicate that compensation contracts are effectively predicting convergences between salary, ESG, and corporate performance. Thus, executive compensation tends to enhance ESG actions and leverage company performance. This research advances the literature by exploring the effects of executive compensation on the relationship between ESG and performance, which are incipient relationships in the national and international context. The study contributes to organizations, CEOs, stakeholders, and board members by highlighting the importance of a consistent definition of compensation policies, in addition to incorporating ESG activities to achieve higher internal (economic-financial) and external (market) corporate performance. Limitations include the time frame, the emerging Brazilian context, and the companies analyzed, factors that make generalizations impossible.