Colombia
Algunos consideran las violencias laboral y simbólica como parte de la ciencia ficción. Otros encuentran vestigios de su continua presencia y rasgos definitorios de la condición humana. Para corroborar o denegar estas posturas, se desarrolló una indagación en una organización empresarial que cuenta con más de 60 años, en la que laboran alrededor de 6.000 personas. La finalidad del artículo es analizar la percepción sobre violencia laboral simbólica en trabajadores que pertenecen al área de recreación, de una empresa que presta servicios en el departamento del Valle del Cauca, Colombia. El estudio es empírico, de corte cualitativo y de carácter etnográfico, y contó con la participación de 50 trabajadores del área señalada. El muestreo fue triangulado con otras dos técnicas: entrevistas semiestructuradas y observación participante. Los principales hallazgos del estudio, realizado en tiempo de postpandemia, permitieron señalar que los entrevistados sienten temor de perder su trabajo. Evidencian la dominación basada en relaciones de poder asimétricas, la violencia de género presente a través del lenguaje, así como la explotación y autoexplotación laboral. Una de las limitaciones del estudio fue la accesibilidad para llegar al total de los trabajadores.
Some consider workplace and symbolic violence to be part of science fiction. Others find traces of its continued presence and defining features of the human condition. To corroborate or refute these positions, an investigation was conducted in a business organization that has been in operation for more than 60 years and employs around 6,000 people. The purpose of this article is to analyze the perception of symbolic workplace violence among workers in the recreation department of a company that provides services in the department of Valle del Cauca, Colombia. The study is empirical, qualitative, and ethnographic in nature, with the participation of 50 workers from the aforementioned area. The sampling was triangulated with two other techniques: semi-structured interviews and participant observation. The main findings of the study, conducted in the post-pandemic period, revealed that the interviewees fear losing their jobs. They reported domination based on asymmetrical power relations, gender violence present through language, as well as labor exploitation and self-exploitation. One of the limitations of the study was the accessibility to reach all workers.
Alguns consideram a violência no trabalho e a violência simbólica como parte da ficção científica. Outros encontram vestígios da sua presença contínua e características definidoras da condição humana. Para corroborar ou refutar essas posições, foi desenvolvida uma investigação numa organização empresarial com mais de 60 anos, na qual trabalham cerca de 6.000 pessoas. O objetivo do artigo é analisar a perceção sobre a violência simbólica no trabalho em trabalhadores que pertencem à área de recreação de uma empresa que presta serviços no departamento de Valle del Cauca, Colômbia. O estudo é empírico, de corte qualitativo e de caráter etnográfico, e contou com a participação de 50 trabalhadores da área mencionada. A amostragem foi triangulada com outras duas técnicas: entrevistas semiestruturadas e observação participante. As principais conclusões do estudo, realizado no período pós-pandemia, permitiram indicar que os entrevistados têm medo de perder o emprego. Eles evidenciam a dominação baseada em relações de poder assimétricas, a violência de género presente através da linguagem, bem como a exploração e a autoexploração laboral. Uma das limitações do estudo foi a acessibilidade para chegar ao total dos trabalhadores.