Resumen: Si la evidencia sostiene que se nos escapa la experiencia subjetiva y que filtramos la percepción de la realidad, ¿por qué las y los científicos sociales seguimos haciendo las mismas preguntas?, ¿qué obtenemos como respuesta? y ¿cómo lo analizamos? Este artículo propone estos cuestionamientos metodológicos como el elefante blanco en la habitación hegemónica de nuestro método cualitativo por excelencia, la entrevista; en donde a pesar de tener la sensación de que hay algo en medio de la habitación seguimos ignorándole a falta de propuestas metodológicas que nos saquen del problema. La microfenomenología se presenta como una metodología innovadora de entrevista y análisis, que enfrenta el reto de la subjetividad tanto del entrevistado como del investigador. A partir de un caso de estudio donde se analiza el método de entrevista utilizado por quien intentó desacreditar a Margaret Mead, se muestra el potencial para las ciencias sociales de esta nueva metodología.
Abstract: If evidence sustains that we miss subjective experience and that we filter the reality perception, why do social scientists continue asking the same questions? what do we get as an answer? and how do we analyze it? This article proposes these methodological questions as the white elephant in the hegemonic room of our qualitative method per excellence, the interview; where despite having the feeling that there is something in the middle of the room, we continue ignoring it due to the lack of methodological proposals that get us out of the problem. Microphenomenology is presented as an innovative interview and analysis methodology that faces the challenge of subjectivity of both the interviewee and the researcher. Based on a case study that analyzes the interview method used by who tried to discredit Margaret Mead, the potential for the social sciences of this new methodology is presented.
Resumo: Se a evidência sustenta que a experiência subjetiva nos escapa e que filtramos a percepção da realidade, ¿Por qué os cientistas sociais continuam a fazer as mesmas perguntas? ¿o que obtemos em resposta? e ¿como analisamos isso? Este artigo propõe estas questões metodológicas como o elefante branco na sala hegemônica do nosso método qualitativo por excelência, a entrevista; onde apesar de termos a sensação de que há algo no meio da sala continuamos a ignorar por falta de propostas metodológicas que nos tirem do problema. A microfenomenologia apresenta-se como uma metodologia inovadora de entrevista e análise que enfrenta o desafio da subjetividade tanto do entrevistado quanto do pesquisador. A partir de um estudo de caso que analisa o método de entrevista utilizado por quem tentou desacreditar Margaret Mead, mostra-se o potencial para as ciências sociais desta nova metodologia.